quarta-feira, maio 23, 2007

Piada? Levas com um processo...

Margarida Moreira, directora regional de Educação do Norte, ordenou a abertura de um processo disciplinar a Fernando Charrua, o professor, ex-deputado do PSD e marido da vereadora da Educação da Câmara do Porto, Matilde Alves, por ter feito comentários insultuosos sobre José Sócrates e a sua licenciatura. Não satisfeita, accionou um inquérito no Ministério Público ao encaminhar o auto da denúncia que recebeu. A atitude desencadeou acesas críticas na opinião pública.



O Provedor de Justiça exige explicações e os deputados reivindicam a presença da ministra da Educação no Parlamento. Jorge Pedreira, secretário de Estado adjunto e da Educação, respondeu ontem que “a ministra nada tem a explicar aos deputados”.



Na base da polémica está a frase, confirmada ao CM por fonte oficial: “Estamos num país de bananas, governado por um filho da p... de um primeiro ministro”.



Fernando Charrua remete-se ao silêncio para se salvaguardar durante a fase de inquérito disciplinar, mas Margarida Moreira confirma ao CM ter “participado o caso ao MP. “Disse desde a primeira hora que se trata de um insulto. Não se pode insultar ninguém e insultar o primeiro-ministro é crime público”, afirma de forma veemente, garantido estar “de consciência tranquila”. Quanto à onda de protestos gerada pela sua decisão, a directora regional garante que tais reacções “não perturbam rigorosamente nada” e que a preocupação é “garantir que o inquérito decorra de forma justa sem pressões”.



O caso ocorreu a meados de Abril, mas a suspensão do ex-deputado só aconteceu há cerca de duas semanas. O professor entregou uma providência cautelar para anular a suspensão preventiva – que tem lugar enquanto dura a instrução do processo disciplinar – mas o ministério decidiu cessar a requisição de Fernando Charrua pelos serviços da DREN. Actualmente, o professor está na biblioteca da Escola Secundária Carolina Michaellis.



Numa carta de despedida, enviada aos conselhos executivos do Norte, Fernando Charrua admite apenas ter feito “um comentário jocoso a um colega, dentro de um gabinete”. E acrescenta que a frase não partiu da sua imaginação, mas foi retirada “do anedotário nacional do caso Sócrates/Independente”.



A directora regional define-se como “alguém como bastante sentido de humor” e adianta não saber “onde o professor terá ouvido tal piada”. “Eu nunca a tinha ouvido, não havia piada nenhuma no que foi dito e não tem nada a ver com a licenciatura de José Sócrates”, diz ao CM, frisando que “abriria um processo disciplinar se o que foi dito pelo professor fosse chamado a um colega, ao porteiro ou à empregada da limpeza”. Margarida Moreira recusou responder se este é o primeiro comportamento reprovável de Fernando Charrua na DREN e se o professor já foi alvo de outros processos disciplinares.



As penas previstas no código penal para os crime de difamação e injúria variam entre três e seis meses de prisão ou multas entre 120 a 240 dias. as penas podem ser agravas se os ofendidos forem membros de órgão de soberania. Sempre que o ofendido exerça autoridade pública é suficiente a queixa ou participação”.



PERFIS



Fernando Charrua deu aulas de Inglês durante 19 anos. Esteve outros tantos na DREN, período interrompido pelo mandato de deputado. Margarida Moreira foi responsável pelo departamento de formação contínua da DREN e promovida a directora-geral após a tomada de posse do Governo de Sócrates, em 2005.



REACÇÕES



EXPLICAÇÕES



O PSD pediu ontem a audição da ministra Maria de Lurdes Rodrigues na comissão parlamentar de Educação para esclarecer os contornos do caso.



REQUERIMENTO



O BE optou por enviar um requerimento para o ministério a pedir esclarecimentos.



FALTA DE LIBERDADE



Em requerimento, o CDS-PP alega que a atitude de Margarida Moreira demonstra “falta de liberdade de expressão”.



HUMOR DE LINO SEM PROBLEMAS



Perante 500 pessoas, numa defesa acesa do aeroporto da Ota, o ministro Mário Lino arrancou gargalhada geral ao fazer piada com o seu currículo, numa altura em que muito se escrevia sobre a licenciatura de José Sócrates. “O terreno é mais plano, pelo que há menor movimentação de terras. Este raciocínio não é sério e digo-o invocando a minha qualidade de engenheiro civil... Inscrito na Ordem dos Engenheiros”, disse.



ANEDOTA COM POUCA GRAÇA



Em 1993, Carlos Borrego, então ministro do Ambiente de Cavaco Silva, foi demitido por ter contado uma anedota aos microfones de uma rádio local. “Sabem o que é que fazem os alentejanos de Évora aos cadáveres das pessoas que têm morrido recentemente? Fazem reciclagem para aproveitar o alumínio”, brincou o governante numa alusão à morte de doentes de hemodiálise após o excesso de alumínio na água.



Diana Ramos / E.N.





Quer dizer... o homem até nem disse mentira nenhuma...e a bem dizer, existem coisas bem mais importantes e escandalosas para ocupar o tempo da Justiça em Portugal. Bem, o certo é que a
directora regional de Educação do Norte decidiu armar-se em defensora da honra do nosso Primeiro Ministro...honra que até ele próprio se esforça por descredibilizar. E insultar por insultar, já ele mesmo insulta a inteligência dos professores deste país. Isso é que merecia processo disciplinar. E onde fica a liberdade de poder insultar o Primeiro-Ministro de Portugal? Gostava de poder viver num país onde essa liberdade fosse uma realidade... Chamar-lhe FDP sem precisar de ter medo de um processo. Quer dizer... eu posso fazê-lo... não sou professor.









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quarta-feira, maio 16, 2007

Xiiii ai isto é assim?

O advogado de 46 anos, acusado de abuso sexual no processo de pedofilia da Casa Pia, está à beira de ser admitido no curso de formação de magistrados. O nome de Hugo Marçal vem publicado no Diário da República de ontem, com a indicação de estar dispensado de realizar as provas escrita e oral. Está com um pé no CEJ.

Hugo Marçal está em vias de ser admitido a frequentar o curso de auditor de justiça do Centro de Estudos Judiciários . O nome do arguido no processo de pedofilia da
Casa Pia vem publicado no Diário da República de ontem, entre centenas de candidatos a frequentar a escola que forma os juízes portugueses.
Mas ao contrário dos outros, Hugo Marçal não vai prestar provas. Pelo facto de ser doutor em Direito - grau académico que terá obtido em Espanha - está por lei «isento da fase escrita e oral» e tem ainda «preferência sobre os restantes candidatos». Resultado: o advogado de Elvas está na prática à beira de ser seleccionado para o curso que formará a próxima geração de magistrados.


O nome de Hugo Manuel Santos Marçal surge na página 4961 do Diário da República de ontem, 2.ª série, com o número 802, na lista de candidatos a ingressar no CEJ.

Se concluir o curso com aproveitamento e iniciar uma carreira nos tribunais - primeiro como auditor de justiça, depois como juiz de direito - Marçal terá também o privilégio de não ser julgado num tribunal de primeira instância.

Assim, se o julgamento do processo Casa Pia ainda subsistir, haverá que proceder à separação de processos, e o caso de Marçal será tratado por juízes desembargadores, no tribunal da Relação.

Advogado em Elvas, Hugo Marçal, de 46 anos, é suspeito do abuso reiterado de um ex-aluno da Casa Pia e de ser cúmplice no esquema de prostituição alegadamente montado por Carlos Silvino.

A acusação relaciona-o com os encontros numa casa de Elvas onde menores da Casa Pia mantinham relações sexuais com clientes angariados por Silvino, o ex-motorista da Casa Pia e principal arguido do processo.

São ainda acusados neste processo Carlos Cruz, o ex-provedor-adjunto da Casa Pia, Manuel Abrantes, e o médico Ferreira Diniz, entre outros.

O Ministério Público pretende que Hugo Marçal seja condenado por 36 crimes: 22 de lenocínio e 14 de abusos sexuais de menores (respeitantes a um único menor).



sábado, maio 12, 2007

Desaparecimento...

É certo que será sempre uma tragédia o desaparecimento de uma criança, seja ela de que nacionalidade for, mas já repararam no atropelo jornalístico para reportar ESTE desaparecimento? Haveria a mesma mobilização para uma criança portuguesa? Ou os pais eram imediatamente "condenados" por terem deixados os filhos sozinhos??



Então temos a "ajuda" da polícia inglesa... e sobre essa ajuda deixo esta imagem.


quinta-feira, maio 10, 2007

Uma pergunta

Folgo em saber que estamos de acordo quanto aos limites da liberdade do fumador, que se aplicam, aliás, seja a que assunto for.



Quanto à questão da obrigatoriedade da denúncia, realmente parece uma coisa salazarista. Mas se pensarmos bem e reduzirmos a questão à sua forma mais simples, o dono de café só está a denunciar um desrespeito pela Lei em causa, como é seu dever como cidadão. Mas isto não é uma questão simples. O problema aqui é obrigar o proprietário à denuncia. Era muito mais lógico deixar essa iniciativa para os clientes. Pegavam no livro de reclamações, ou de outra forma qualquer, e denunciavam. Assim pagava quem deve em primeira instância zelar pelo cumprimento da lei, ou seja, o proprietário. Acho que fazia mais sentido, até porque nenhum dono de café vai denunciar nenhum cliente e arriscar-se a perder clientes. E claro, é irreal pensar que as autoridades vão conseguir fiscalizar todos os cafés e restaurantes deste país. Devem ser utentes a ajudar na fiscalização. Digo eu...



Por outro lado, e para tentar ver respondida uma duvída que tenho, aqui vai uma pergunta: Porque exigem os fumadores condescendência de tudo e todos para com o seu hábito? Esse hábito faz mal, no extremo até mata. Será porque é um hábito de tal forma socialmente aceite que o mal que faz aos outros já parece também aceitável? É que eu, de cada vez que tento queixar-me do fumo dos outros, parece que estou a falar outra língua. Quase nunca sou levado a sério. Muito menos sou respeitado. E estou a falar de situações que acontecem no meu próprio local de trabalho.













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quarta-feira, maio 09, 2007

Na realidade...

Na realidade, concordo que a liberdade do fumador acaba quando começa a dos outros... mas não é essa a razão de indignação sobre a lei... mas sim o fantástico acto, obrigatório, para os proprietários do estabelecimento em acusar os infractores. Compreendia no caso de roubo, compreendia no caso de fabricação de bombas, compreendia em muitas situações... mas se estamos a apelar à denúncia neste caso, o passo para a denúncia de ideias ou tendências contrárias às em vigor, está ao virar da esquina.



É o país que temos, em que as leis camufladas de inocência e com gritos de cidadania e progresso conseguem passar despercebidas... tal como a mais recente das caixas para ver tvcabo... são proibidas... certo. Para cabo... certo. Para satélite... certo... alto! Então espera aí... fomos nós que pedimos para as transmissões enviadas do satélite invadirem as nossas casas? Então digam-me como deixar de subscrever o serviço... porque alterar os receptores originais da tvcabo está errado! Mas se alguém comprar um receptor e uma antena e o ligar é crime? Enfim, compreendo no caso de exploradores (vulgo CHULOS) que se aproveitam das pessoas para as chular. Esses serem exemplarmente punidos... agora o Manuel Joaquim, que tem um aparelho para "cheirar" uns canais... acho que não...





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segunda-feira, maio 07, 2007

Digo eu...

Para o meu caro colega de Blog FLN e demais fumantes que decidam ler isto...



Lei, no sentido jurídico, é um conjunto de regras para a direcção da conduta humana, que é imposto e ministrado aos cidadãos de um dado Estado. A definição não é minha, encontrei-a num site.



Atente-se especialmente na parte onde se lê " direcção da conduta humana". A conduta humana é regulada por lei, não só, mas também naqueles casos em que o próprio ser humano não tem o discernimento suficiente para perceber que está de alguma forma a prejudicar alguém com o seu comportamente, seja ele qual for. Nesses casos a lei protege um cidadão do desrespeito de outro. Um cidadão que rouba outro, por exemplo, infringe a lei estabelecida, mas ao roubar está primeiramente desrespeitar a propriedade de outra pessoa. O larápio não tem a consciência suficiente para perceber que não deve fazer seu o que é dos outros. Aí entra a Lei.


Não estou a comparar o fumador com um ladrão. Não é disso que se trata. O meu ponto de vista é o seguinte: Acho que é consensual que o fumo do tabaco é prejudicial à saúde. Até um fumador o admite sem problemas. Ora, se o fumo do tabaco faz comprovadamente mal à saúde, o fumador, consciente do facto, quando em local fechado de acesso público ou mesmo no local de trabalho, como me acontece a mim próprio, está a colocar em perigo a saúde de todos quantos frequentam tal local. Então, se o fumador, por iniciativa própria, não respeita a saúde do não fumador, é necessária a existência de uma Lei que proteja os não fumadores contra o desrespeito dos fumadores.



Facilmente percebo que os fumadores se sintam atacados nas suas liberdades pessoais quando os proíbem de fumar onde eles muito bem entendem, mas se o seu vício fosse o de mastigar pastilha elástica eu até concordava com a indignação. Mastigar pastilha elástica não prejudica ninguém a não ser os dentes do "cidadão mastigante", mas o fumo do tabaco comprovadamente prejudica. O problema é o tabaco ser um vício socialmente aceite e ser tratado de uma forma mais benevolente mesmo pelos não fumadores, quando comparado com outras drogas mais pesadas. Mas o ser socialmente aceite não o torna menos prejudicial.



É isto que penso acerca da lei que anda a ser "cozinhada". É apenas uma lei para proteger uns da falta de respeito dos outros. Acho que é exagerada se for alargada aos estabelecimentos de diversão nocturna. Penso até que é irreal o cumprimento dessa lei nesses locais. Quanto ao resto...não percebo porque tenho que tolerar o fumo de tabaco quando estou a almoçar ou jantar num restaurante. Se eu estiver a comer fritos prejudico apenas o meu nível de colesterol. O meu apenas e só. Já o fumador ao meu lado... É tudo uma questão de respeito pelo próximo...digo eu.



P.S. - A questão da denuncia é complicada. Parece que estamos a voltar ao tempo dos bufos da PIDE. Mas uma coisa é certa. Se o dono do estabelecimento não for obrigado a denunciar o fumador, vai deixar passar em claro a proibição a que a lei obriga, até por uma questão de lucro. Se mesmo obrigado a denunciar, decidir não o fazer, provavelmente também nada lhe acontece. Não me parece que a fiscalização funcione ao ponto de conseguir apanhar donos de cafés ou restaurantes em incumprimento da lei. Num país onde a maioria das fiscalizações ou não funcionam ou são corruptas, a norma é tudo ficar na mesma ou ao gosto dos interesses de alguém...













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terça-feira, maio 01, 2007

Tabaco: nova lei obriga comerciantes a denunciar clientes fumadores

A proposta de lei anti-tabaco que o Parlamento discute amanhã na
generalidade poderá obrigar os proprietários dos cafés e restaurantes
com menos de cem metros quadrados a denunciar os clientes fumadores.




De acordo com a proposta de lei caberá ao proprietário do
estabelecimento "chamar as autoridades administrativas ou policiais, as
quais devem lavrar o respectivo auto de notícia".




Por seu lado, os restantes utentes dos serviços que defendam o
cumprimento da lei e se deparem com a sua infracção, poderão apresentar
"queixa por escrito, circunstanciada, usando para o efeito,
nomeadamente, o livro de reclamações disponível no estabelecimento em
causa".




Quando a proposta de lei foi aprovada em Conselho de Ministros, a 1 de
Março, a Associação de Restauração e Similares de Portugal (ARESP)
alertou para "os evidentes prejuízos socio-económicos para os
estabelecimentos de restauração e bebidas, e ainda mais, para os
espaços de diversão, advenientes da proibição do fumo nestes locais".




A nova lei, que poderá ser diferente da Proposta de Lei, conforme a sua
discussão na Assembleia da República, proíbe o fumo em praticamente
todos os espaços fechados.



Boa lei? Certo... pois depois de meterem os
proprietários de cafés a testemunhar e denunciar clientes, a próxima
etapa vai ser testemunhar e denunciar todos aqueles que não votam no
partido... e depois todos aqueles que não têm as mesmas ideias...





É uma lei perigosa, pelo que representa e para onde tende a evoluir... mas esta é a minha opinião (dou-a, enquanto a posso dar).










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quinta-feira, abril 26, 2007

Eles andam aí...

Astrónomos repararam num estranho padrão no planeta Saturno, que se assemelha a um hexágono.





Este “hexágono” foi visto pela primeira vez há mais de duas décadas
pela Voyager 1 e 2, mas agora novamente vislumbrado pela Cassini leva à
conclusão de que é um fenómeno de longa duração.





O hexágono mede cerca de 25,000 quilómetros de diâmetro, o que equivale
a dizer que podiam lá caber quatro planetas Terra. Nunca foi visto nada
semelhante noutro planeta, e a atmosfera espessa de Saturno faria com
que este fosse um dos últimos lugares onde se esperaria encontrar uma
figura geométrica de seis lados.





Fonte




















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quarta-feira, abril 25, 2007

windows

E se a ideia fosse processar todas as pessoas que usam o windows ilegalmente, a empresa proprietária estaria em maus lençóis... As pessoas, em casa começariam a usar o linux... a partir daí adquiriam conhecimentos para o usar também nas empresas. Qual seria a probabilidade das empresas, sabendo que os trabalhadores sabiam utilizar o linux, trocarem o windows por esse sistema operativo?



Provavelmente era grande...



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segunda-feira, abril 09, 2007

OTA? Não obrigado!

Regionalismos à parte, abaixo o governo! Temos de reconquistar o nosso País das mãos de políticos incompetentes que sabem governar demasiadamente bem os seus bolsos.

A julgar por alguns que conheço, só mesmo por não sabendo fazer nada e não tendo habilitações é que consegue ir para político.



Portugueses! Este é o nosso País, é este que vai ficar na ruína por políticas desastrosas e não partilhadas! Reparem que não faço apologia de nenhum partido. O governo devia ser escolhido por curriculum! E aí só quem fosse competente podia governar.



Abraços!





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sábado, março 31, 2007

NUNCA ACONTECEU!

Se reparar-mos o caso casa pia nunca aconteceu... quem é que hoje em dia se lembra dele? Quem é que se lembra que o Hermen é um paneleiro e que admitiu em tribunal que o fez com um miúdo de 16 anos?... Tal como a ditadura, já parece ter acontecido há tanto tempo que parece que não aconteceu, tendo em conta o revelado no programa da RTP1.



Portugueses acordem, que nos estão a fazer a cama!



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quarta-feira, março 28, 2007

Até parece fácil...

O novo design do tampa foi aprovado... agora resta estabelecer conteúdos... existem ideias novas que poderão fazer mudar a política de desenvolvimento do tampa.



Para os que ajudam o tampa a crescer o meu obrigado.



Vê o novo tampa em www.tampa.pt.vu







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segunda-feira, março 05, 2007

Trabalhadores da Câmara andam com as botas rotas

"Os comunistas consideram que a Câmara tem uma "dualidade de critérios"
quando, por um lado, "os trabalhadores não podem substituir as fardas e
são obrigados a tomar banho de água fria no final de uma dura jornada
de trabalho" e, por outro, "a maioria PSD/PP decidiu adquirir, em
renting, 13 automóveis de luxo para os vereadores e conselhos de
administração das empresas municipais"."

in JN de hoje (data do post)



Então são os comunistas que consideram... assim de repente, acho que também considero... Uma falta de vergonha (no mínimo) não serem disponibilizadas verbas para a substituição dos EPI's do pessoal. A IGT devia trabalhar e multar a câmara por não acautelar a segurança e saúde dos seus funcionários.





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quinta-feira, fevereiro 15, 2007

Diálogo em dia de referendo

O nosso Primeiro-Ministro foi votar sem o Bilhete de identidade...


José Sócrates (JS) - Bom dia...como estão todos? Venho votar o voto...

Presidente da Mesa de Voto (PMV) - Bom dia Sr. Primeiro Ministro, como está hoje? Benzinho?

JS - Vou andando...mas olhe...esqueci-me do meu B.I. ... vê algum problema nisso?

PMV - Por amor de Deus, meu caro senhor. Então ia eu impedir alguém de votar por se esquecer de um simples B.I. ? Além do mais...é o Sr. Primeiro Ministro...

JS - Oh...que simpatia...pois então voto assim mesmo, se mo permitir...

PMV - Faça o favor de preencher o boletim...

JS - Aqui está...pronto...dever cumprido...

PMV - Então até à próxima, Sr. Primeiro Ministro...

JS - Até mais...vou ali mandar umas tretas para os jornalistas... ossos do ofício...


Momentos depois, na mesma mesa de voto...


Zé Tuga - Oh cabeça a minha...esqueci o BI em casa...e agora?

PMV - Pois...o senhor deve achar que vai votar nesta mesa sem o BI...pois está enganado...

Zé Tuga - Mas...o JS ainda há pouco fez o mesmo...

PMV - O senhor deve achar que é mais que os outros...vá mas é depressinha buscar o BI ou aqui não vota o voto...nem aqui nem em lado nenhum que eu telefono para meio mundo só para não o deixar votar o voto sem BI...

Zé Tuga - Mas...mas...mas...

PMV - Nem mas nem meio mas...aqui não vota o voto... e pronto!!!! Deve achar-se superior não?? Tenha vergonha na cara...Sair de casa para votar o voto sem BI...onde já se viu...

Zé Tuga - Pronto...está certo. Sorte a sua a lei do aborto não ter efeitos retroactivos, senão o senhor era um homem morto...coitada da sua mãe...


E assim se vai vivendo no reino da Tugalândia...





















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quinta-feira, fevereiro 01, 2007

CORRECÇÃO URGENTE!

"Qualquer dia invadem-nos só por pena do povo português, para nos salvar dos governantes mais estúpidos, em média, da União Europeia, que temos à (in)gerir o país."

O Departamento de estatistica universal enviou-me um mail urgente acerca do post anterior. Assim, deve ler-se : Qualquer dia invadem-nos só por pena do povo português, para nos salvar dos governantes mais estúpidos do Universo e arredores, que temos à (in)gerir o país.

Aproveito para deixar a minha impressão como português. Como sabemos ninguém dá nada a ninguém... quando vamos à feira discutir os preços, vemos o exemplo perfeito das conversações entre governo e parceiros sociais.
- Custa 15...
- Dou 5...
- Fica por 10...
- Olhe, meta isso no #&%""##

Bom, o que é certo é que lá fora o ministro disse, o que todos sabem cá dentro. É certo que também não sei se haverá, realmente, hipótese de subirem os salários... sabemos que a economia não está bem... mas de uma coisa tenho a certeza, se continuarem a DIMINUIR aos salários, Portugal em pouco tempo não terá de se preocupar com a concorrência africana, porque chegaremos ao mesmo nível rapidamente.

Algo que todos os portugueses sentem na pele (todos sendo os trabalhadores, porque os patrões não dão sinais de descontentamento ou sequer de poupança), é a diminuição do poder de compra, é o mês mais longo, é a pressão intensa para gastar, é o aumento brutal dos combustíveis e de tudo o que precisamos para viver...

Enfim... Ai Portugal, Portugal...

Ganhamos mal...

Então não é que o nosso Ministro da Economia foi para a China apregoar que a malta cá pelo burgo oferece os custos salariais, em média, mais baixos da União Europeia, e apresenta esse facto como uma vantagem competitiva...? E ainda diz que "a pressão para a sua subida é muito menor do que nos países do alargamento"...? Quer dizer, a malta não faz pela vida? Não faz pressão para que os salários sejam mais justos...? Isso é verdade...



Mas de qualquer forma... Já não chega dizer asneiras dentro de portas, ainda se vão dizer estas coisas para o estrangeiro... Qualquer dia invadem-nos só por pena do povo português, para nos salvar dos governantes mais estúpidos, em média, da União Europeia, que temos à (in)gerir o país.



"Ah...vamos lá invadir Portugal...os coitados são tão mal governados que até aceitam de bom grado uma força ocupante...vamos lá, vamos... coitados...e ganham mal... e nem sabem impor-se...vamos ajuda-los..."





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terça-feira, janeiro 30, 2007

...numa das paredes do maus hábitos...

"Hoje, a televisão e a comunicação permitem a manutenção do status quo, fabricando a ilusão em conceitos como democracia e liberdade."



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sexta-feira, janeiro 19, 2007

Achei interessante e decidi partilhar...

Belmiro de Azevedo, presidente do Grupo Sonae

«Pleno emprego é fictício»

O pleno emprego em Portugal é fictício, porque o Estado e o Governo continuam a absorver pessoas por causa do aumento da burocracia, da falta de formação das força de trabalho da administração pública e da política de contratação indiscriminada. Quem o afirma é Belmiro de Azevedo, presidente do Grupo Sonae, em entrevista ao Expresso. Cáustico e pragmático quanto baste, o conhecido empresário português também não poupa críticas à ineficácia do ministério da Educação, à falta de visão e isolamento dos empresários e ao corporativismo universitário, «difícil de perceber, porque os professores deviam ser pessoas de inteligência superior».

Belmiro de Azevedo com Ruben Eiras

Versão adaptada do Expresso

Belmiro de Azevedo Portugal é um país de doutores desempregados?

BELMIRO DE AZEVEDO - O significado da palavra "doutor" em Portugal foi evoluindo até se tornar numa espécie de bilhete de entrada no mercado de trabalho a preço fixo. Quando tinha 17 anos de idade, na Faculdade de Ciências, os contínuos já chamavam "doutores" aos alunos do primeiro ano. Assim, diferente de outros países, onde pessoas que são realmente "doutores" não são designadas por tal, aqui em Portugal há pessoas chamadas por esse título, independentemente da sua capacidade intelectual e competência. Ou seja, existem e continuam existir muitas pessoas que entram na universidade sem a vontade de trabalhar na área que escolheram, nem com a competência necessária para tal. Por isso, há excesso de formação em certas áreas, o que acaba, em parte, por desvalorizar a licenciatura.

Como é que avalia a qualidade do ensino em Portugal?

B.A. - Por um lado, o ensino está mais diverso e ensinam-se coisas mais próximas do mercado. Mas há menos rigor, não só da parte dos alunos, como também e ainda mais da parte do professores. Em suma, o produto final é pior.

Como é que o ensino chegou a esse ponto?

B.A. - Não foi uma coisa que aconteceu de um dia para outro. O 25 de Abril teve muita influência neste processo, porque muitos bons professores foram eliminados por serem acusados de colaboracionistas com o antigo regime. Para o lugar deles entraram incompetentes com alguns ideais radicais e o título era atribuído mais pelo seu grau de radicalismo do que pela sua competência. O resultado foi um certo abandalhamento do conceito de disciplina e dos valores na universidade, o que deu início a um período de excesso de liberdade e de auto-interpretação corrente de quem faz o quê, culminando na situação corrente de termos maus alunos e maus professores. Maus professores que dizem que ganham pouco e por isso têm que ter "multi-emprego", e maus alunos que passam a vida a protestar na ruas por causa das propinas serem caras. Raramente vêem se alunos a exigirem uma universidade melhor, um currículo melhor e professores melhores. E raramente se vêem professores a invocarem mais salário para ensinarem num só local de trabalho.

Acha que ainda existe um corporativismo forte nas universidades, que emperra a ligação ao mundo empresarial?

B.A. - Sim. O corporativismo é um mal geral da sociedade portuguesa, que vem do antigo regime e que infelizmente, o 25 de Abril não eliminou. O corporativismo luta por causas sem conteúdo. Os sindicatos, por exemplo, exigem mais salário sem quererem saber se há criação de riqueza ou não. Os patrões querem incentivos fiscais independentemente se têm estratégia ou se criam produtos com interesse. Os jornalistas, também, defendem valores determinados de uma maneira corporativa: têm direito de dizer mal de quem seja e não aceitam críticas de fora. Mas o corporativismo universitário é difícil de perceber, porque os académicos deviam ser pessoas de inteligência superior e assumir um posicionamento mais aberto. Mas como os professores universitários auferem hoje baixos vencimentos, isto obriga-os a uma carreira multifuncional, situação que os torna corporativos. Os bons professores não deviam ter limite de salário. É quase ridículo ver pessoas de grande craveira intelectual em manifestações, embora esta situação seja mais evidente em professores do ensino primário e secundário. Mas há sempre uma escapatória: um professor que é competente, sai da universidade pública, vai para o sector privado e protesta menos.

Quais as razões da sucessiva ineficácia das reformas do ministério da Educação?

B.A. - O ministério da Educação sempre foi um monstro dentro de outro monstro que é a administração pública. O ministério da Educação é o maior empregador nacional, deve possuir o maior teor de burocratas no sistema. Continua a gerir numa lógica de continuidade aquilo que existe, em vez de gerir numa lógica de base zero, por reformular o sistema por completo. Não têm existido verdadeiras reformas educativas. As reformas do sistema de ensino em Portugal têm-se centrado nas provas finais e de acesso e não nas questões de fundo, como o financiamento das estruturas - escola e universidade - e a alteração completa do sistema de remuneração dos professores. E quando esses temas afloram na comunicação social, desaparecem logo a seguir e fica tudo na mesma. E tem-se mais do mesmo.

Então qual a solução?

B.A. - Devia haver uma reforma que abrisse e descentralizasse o sistema de ensino. O ministério da educação devia ser um regulador, validador de currículos, a qualidade do exame e deixar o sistema funcionar, descentralizado. Já se está a fazer no secundário e no primário, mas no superior a evolução tem sido muito lenta. Devia-se centrar mais na gestão dos activos - infraestruturas, tecnologias de informação, bases de dados - e criar competitividade entre alunos e professores. É que nos mercados onde isto existe, as universidades não precisam de ser avaliadas, porque os bons alunos é que dão as notas, com o bom desempenho no mundo profissional. Os bons alunos procuram bons professores e os professores só ficam satisfeitos com bons alunos. Hoje temos um ciclo ao contrário: ao alunos querem ter o canudo depressa e os professores querem dar as aulas depressa. Por isso, nenhum é exigente. Quando dei aulas, fiquei espantado com professores que passam de uma universidade para a outra a dar a mesma matéria, como se fosse enlatado, o que é mau. Isso não dá criatividade e empreendorismo. Quando a aula é passada a debitar matéria de um livro ou de um artigo de jornal, e não se questiona os alunos ou se ensina coisas diferentes, se os professores não são criativos, os alunos não o vão ser. Não há dialéctica, criação de inquietação.

Porque é que as universidades são relutantes em aceitarem empresários na concepção dos currículos dos cursos?

B.A. - A pressão empresarial não é eficaz, porque a maioria dos empresários portugueses não são uma classe avançada, quando comparada com o resto do mundo desenvolvido. O tecido empresarial nacional ainda é um corpo fechado e pouco comunicativo. Por isso, o diálogo não é fácil. De um lado, temos o silo dos universitários e do outro, o silo dos empresários e não há bases comunicantes entre os dois sistemas: é raro ver um empresário tornar-se professor e vice-versa.

E as universidades privadas não têm contribuído para minorar essa falta de ligação ao mercado de trabalho?

B.A. - Muito pouco. Como as universidades privadas têm de concorrer com o ensino gratuito das universidades públicas, apostaram nos cursos de papel, lápis e borracha, porque o retorno do investimento é mais rápido. Não é preciso investir em grandes instalações, a qual é uma condição sine qua non para cursos de formação mais técnica, como engenharia e medicina, por exemplo. Essas é uma das razões do excesso de advogados, letrados, sociólogos e psicólogos. Só que as universidades privadas não tinham outra via.

No que diz respeito ao financiamento das universidades, que medida se deveria adoptar para aumentar a racionalização dos recursos?

B.A. - Sou a favor do financiamento do aluno - através de um cheque educação, por exemplo - do que a instituição universitária. Isso é financiar um peso morto, deitar dinheiro para um buraco, sem saber depois como ele é gerido.

Mas as universidades dispõem de autonomia na gestão...

B.A. - As universidades têm autonomia para gerir a despesa - que pouco tem a ver com investimento -, mas não possuem autonomia para gerir as receitas, porque quem o faz é o ministério das Finanças através da tributação. Ou seja, as universidades continuam centralizadas e dependentes do ministério das Finanças e da Educação.

Outra grande lacuna do mercado de trabalho nacional é a carência de profissionais de cariz técnico. Como aumentar a atractibilidade destes cursos?

B.A. - Essa é a pior de todas as situações. Em Portugal, depois do 25 de Abril, as escolas técnicas foram consideradas como discriminatórias do ponto de vista social, ofensivas da dignidade humana, por ser considerado um ensino dirigido às classes mais baixas. Toda a gente queria ser doutor, enquanto muitos poderiam, por exemplo, ser excelentes serralheiros e electricistas. Os espanhóis, ao contrário de nós, mantiveram as escolas profissionais, que são de necessidade evidente. Por exemplo, em Portugal, não há técnicos de saúde e são médicos que estão a ocupar esses postos. Em Espanha, há uma abundância de enfermeiros técnicos. Estou a pensar em fazer uma clínica privada e vou certamente recrutar técnicos espanhóis e brasileiros.

Porque é que os cursos de engenharia não preencheram a maioria das funções técnicas em falta?

B.A. - Porque os cursos de engenharia, por serem caros, não forneceram os profissionais técnicos em quantidade suficiente, sobretudo através dos engenheiros com grau de licenciatura. Teria sido mais rentável para eles, para o país e para as empresas se possuíssem uma qualificação intermédia, do que desempenharem funções de nível inferior à sua formação. No entanto, no passado, já os engenheiros técnicos reivindicavam a atribuição do grau superior. É um problema de cultura do título de "doutor". Mas não é preciso um grau académico para ter sucesso quer na vida empresarial e até na vida política. Temos muitos exemplos de políticos na praça que não têm curso nenhum. E abundam muitos jovens que se inscrevem nos partidos, porque não têm emprego. Por isso é que o parlamento fica cheio de pessoas que nunca trabalharam.

Já que fala de política, como comenta a recente declaração do primeiro-ministro António Guterres, ao afirmar que os portugueses são pouco profissionais?

B.A. - Foi o filho dele que disse isso, não foi?

Exactamente. O filho foi aos Estados Unidos e veio de lá impressionado com o que viu.

B.A. - Então não percebo como é que o filho dele disse isso. É por ser jovem. Não o conheço e não sei em que baseou essa afirmação. Mas aparentemente foi validada pelo pai. Como Guterres é um profissional da política, se calhar utilizou essa afirmação para o sector que ele conhece melhor, que é o dos políticos (risos).

Passemos à política de trabalho. Existe mesmo pleno emprego?

B.A. - O grave é o pleno emprego rígido e fictício, porque a economia consome apenas o número de empregos que são necessários na realidade.

Quer dizer com isso que o Estado continua a absorver pessoas, para evitar que o Governo enfrente os custos sociais do desemprego?

B.A. - A burocracia aumentou tremendamente e o Estado, independentemente dos governos que o administrem, não é muito agressivo a auto-reformar-se. Os governos, de facto, têm uma grande propensão para consumir pessoas, como assessores e ajudantes. Dado que o problema da produtividade não é atacado, há talvez alguma razão em contratar mais pessoas, como em situações de picos de trabalho. Mas isso acontece porque não se tomam as decisões de fundo de investir para modernizar, como as tecnologias de informação e melhorando o "caco" das pessoas que trabalham na administração pública. Isto tudo com a agravante das pessoas contratadas para uma tarefa criarem aderências ao sistema e ficarem como lapas que nunca mais saem.

Como avalia a política de formação dos últimos 15 anos?

B.A. - O problema é saber como o dinheiro para a formação foi gasto. E não se sabe. Criou-se uma indústria cujo objectivo era captar os fundos europeus, sem grande preocupação de formar pessoas para o mercado de trabalho. Caso contrário, tinham-se formado mais electricistas e técnicos de vária ordem. O fundamental era criar um curso para ter direito a uma receita, independentemente da qualidade daquilo que se ensinava e da real formação para o mundo do trabalho. O resultado é que hoje as associações patronais e uma certa classe de empresários vivem à custa dos subsídios do Fundo Social Europeu. Isto esteve longe de ser um investimento cuja produtividade seja recomendável.

Porque é que os empresários continuam a ver a formação como um custo?

B.A. - Nós aqui não vemos como um custo. Temos o problema ao contrário. No caso concreto da Sonae, há uma recomendação para as pessoas investirem uma determinada parcela da sua massa salarial na sua formação. Mas como muitas vezes as pessoas andam muito atarefadas, ainda não arrumaram nas suas cabeças que têm de dedicar parte do seu tempo para fazer formação, escolhida por si próprias. Nós vemos a formação como um investimento altamente reprodutivo e não como um desperdício de tempo.

Mas a maioria do tecido empresarial não pensa assim...

B.A. - Não sei, porque tenho uma vida muito intensificada naquilo que estou fazer. E como também sou um bocado crítico ao funcionamento das associações patronais, não tenho participado nestas. Tenho uma leitura um bocado distante dessa realidade. É uma das críticas que se pode fazer ao meu comportamento.

Mesmo assim, qual é a sua opinião sobre o novo acordo de concertação social, que consagra o direito a horas de formação aos trabalhadores?

B.A. - O problema é saber se essa formação vai existir, se é boa formação ou se lutam apenas por uma reivindicação. Nem sei qual é a percentagem da massa salarial, mas presumo que seja pequena. O problema é se essa formação está disponível e se as pessoas a querem ter. É uma questão de atitude. Tenho as minhas dúvidas se as pessoas querem as horas de formação para essa finalidade. Por exemplo, a reivindicação de 35 horas em vez de 40 devia ter algo mais substancial. Isso deverá ser possível com a criação de organização e condições de trabalho que permitam produzir mais e melhor em menos tempo. Não é trabalhar 35 horas para ganhar mais cinco horas extraordinárias.

A aula de Belmiro
Depois da entrevista, Belmiro de Azevedo interviu na sessão de apresentação do Grupo Sonae aos estagiários inseridos no programa "Contacto 2001". Das 2.217 candidaturas recebidas, só 125 foram seleccionadas, entre cursos de engenharia, economia, gestão e ciências sociais e humanas. Os jovens candidatos ouviram com atenção os conselhos sobre gestão da carreira do maior empresário do país, o qual também se sujeitou a uma sessão de perguntas. Eis alguns dos ensinamentos para o sucesso profissional do "professor" Belmiro:
  • Nunca se deve ficar pelo primeiro emprego. Se as pessoas querem evoluir, têm que se habituar à mudança de função, de sector, de empresa ou, num caso de um grande grupo económico, de departamento ou de área de negócio.
  • No primeiro emprego, o início da carreira "são 12 meses a carregar sacos". Isto porque o "canudo" não dá direito a nada e ser "doutor" não é ser inteligente. Para chegar ao topo e manter-se nessa posição, há que começar a escalar desde a função mais básica.
  • O sucesso profissional não depende apenas do trabalho. Para que a pessoa atinja os objectivos de uma carreira bem sucedida e sustentável, é essencial uma combinação equilibrada do trabalho com a família, o lazer e o desporto.
  • A licenciatura é apenas uma base para aprender a aprender e construir uma carreira. Mas não exclusivamente para a área em que a pessoa foi formada.

  • O magnífico reitor dos negócios
    A formação e o conhecimento são para Belmiro de Azevedo como pão para a boca. «O maior investimento que fiz na minha vida foi quando aos 17 anos decidi ser empreendedor e comecei a dar explicações para financiar o meu curso. Ginasticou-me 'caco' e o retorno do investimento é infinito. Por isso, a formação é o melhor investimento que qualquer pessoa pode fazer», afirma convictamente. Com efeito, o carismático presidente do Grupo Sonae considera-se como um reitor de uma escola de negócios, que transmite experiência profissional com valor económico. De facto, quando encontra um livro que acha importante para a formação e desenvolvimento da sua força de trabalho, não hesita e compra vários exemplares que distribui pelos quadros de topo.
    Tem horror à mediocridade e pugna pela diversidade de bases educacionais dentro da empresa. «Na diversidade é que está o ganho. Mas só entra na Sonae as pessoas que querem ter sucesso, mas não a qualquer preço. A maior valência é sempre a competência», refere. E não tem dúvidas quanto ao segredo do sucesso da Sonae: «É o somatório do esforço, rigor e criatividade de todas as pessoas que aqui trabalham».
    Belmiro não consegue ficar parado e é uma "pedra rolante" no mundo dos negócios. «Sempre gostei de fazer coisas diferentes. Portanto, quando uma área está bem consolidada e o método de trabalho está bom, vou pregar para outra freguesia», revela.
    Outra das raízes do sucesso da Sonae é a capacidade de detectar oportunidades de negócio e de decisão rápida. «É verdade que às vezes erramos e estampamo-nos contra a parede. Mas não há nada que com um bocado de tinta e uma ida ao bate-chapas não resolva. É melhor errar do que não decidir. Pelo menos, aprende-se», remata Belmiro de Azevedo.

    ...hum... agora até parece ter razão...

    Rui Rio prevê que depois de executado o QREN (2007-2013) o país terá as mesmas desigualdades. "O Norte tem muito dinheiro há muitos anos e, no entanto, continua a perder sempre", analisa, concluindo que "mais de 20 anos de União Europeia não serviram para reduzir as assimetrias".
    "in Jn 19.01.2007
    "

    quarta-feira, janeiro 17, 2007

    Não fossem as condições dramáticas...

    e eu partia-me a rir com o titulo do post do amigo druqks... "A pensar nisso ando eu..." enfim, se o gajo do último papa escreveu o livro em 3 semanas, este demorava 3 dias!!!



    Parabéns pelo, provavelmente, melhor titulo de post neste blog!



    Boas tampas!





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    terça-feira, janeiro 16, 2007

    A pensar nisso ando eu...

    Estás a pensar abater o meu carro...?



    Como se eu próprio já não tivesse pensado nisso. E nem era como um cão, porque por um cão tenho eu respeito, mais ainda do que pela esmagadora maioria da raça humana.

    Já pensei em inadvertidamente me esquecer da viatura debaixo de uma prensa para aço...ou então, como que tomado por um acesso de loucura, empurrar a dita cuja para os altos-fornos da Siderurgia Nacional...que não é coisa que se faça a uma pessoa, quanto mais a um cão.



    Mas enfim...se quiseres fazer também tua esta minha Cruzada contra os Mouros do sector automóvel, nomeada e mormente contra a minha viatura auto-própria, agradeço desde já o apoio...





    E realmente...estamos perto do fim...



    Como dizia o Grande Jim... "this is the end...my only friend...the end..."







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    segunda-feira, janeiro 15, 2007

    Pois bem...

    Como normalmente, atento ás noticias indianas, reparei no novo nome empregue pelos patrões para despedimento célere... flexisegurança (ou algo semelhante) os que leram um livro sobre o big brother, ficaram conscientes da similaridade deste termo com outros utilizados nesse livro.

    Enfim, outro visionário? Esperemos que não, pois o livro não augura nada de bom... claro, depende do ponto de vista... mas parece cada vez mais claro que as coisas caminham para a massificação dos despedimentos (Opel e outras mais) permitindo incutir o receio nos portugueses. Não ceder é difícil, preparem-se!!!

    Mudando de assunto... druqks estou a pensar mandar abater o teu carro - tal como um cão, parece ter contraído uma qualquer doença e estar em posição de erguer contra ti - pois não gosto da roda suplente - correndo o risco de parecer o gajo que escreveu o último papa penso que uso esta razão porque é tão boa como outra qualquer... :-)

    Estamos perto do fim...

    sexta-feira, janeiro 12, 2007

    Mea culpa

    Não foi minha intenção, sob que forma for, denegrir a imagem do valoroso automóvel. Nem sequer sabia que o automóvel era um dos melhores amigos do Homem. O meu não é certamente um dos meus melhores amigos. Está sempre a exigir estadias nas oficinas e só anda quando lhe apetece.


    Por outro lado, eu, se tivesse que abalrroar um qualquer membro da famigerada classe política numa qualquer passadeira deste país, não hesitaria nem um segundo. Poderia ser obrigado a acomodar a minha viatura numa oficina novamente, mas não hesitaria. O mecânico é que ia achar estranho o sangue no pára-choques...

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    quinta-feira, janeiro 11, 2007

    Contra!

    Amigos, amigas... é chegado o momento, de me insurgir contra este tipo de comentários... e abandonar o estilo "podes escrever o que quiseres" no TAMPA blog.
    Então o que aconteceu?
    O DRUQKS , de uma forma leviana, decidiu rebaixar algo que nos dá apoio diariamente, que nos leva e trás... o automóvel... ok, combater a classe politica... certo... mas porque danificar um dos melhores amigos do Homem?
    Espero, caro amigo, que te apercebas desse erro...

    Boas tampas...

    quarta-feira, janeiro 10, 2007

    Breve comentário

    A propósito da pertinente interrogação lançada pelo meu Camarada de Blog FLN, a saber, "Devemos ou não permitir a vida aos políticos?", é o seguinte o comentário que me apraz efectuar:



    NÃO!!!!



    Penso até que a existência dessa classe menor de Tugas deveria ser terminantemente proibida pelo Código Civil, Código Penal, Código Da Vinci e mesmo pelo Código da Estrada. Aliás, este último código poderia regulamentar os moldes legais para instituir a liberdade do condutor de fazer justiça pelo próprio pára-choques ao ser-lhe permitido o atropelamento indiscriminado da espécie política, sem que por isso sofresse qualquer tipo de penalização. Seria também permitido o abalrroamento e consequente atirar para a valeta de viaturas transportando Tugas Políticos. Seria permitido infringir as regras de trânsito quando em perseguição de um Tuga Político. Enfim...um sem número de inovações que poderia tornar mais divertido o acto de conduzir. Deste modo, a censura ao Governo seria efectuada nas estradas deste país. Lei aprovada que lesa o cidadão dá automáticamente direito a um ou mais polítios tetraplégicos. Penso que todos ganhávamos com isso... Era o fim da classe que tem atirado este este País para a lama...











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    Aborto (não, o assunto não é o nosso Primeiro)

    Em amena cavaqueira hoje mesmo à hora do almoço, fui confrontado com um revolucionário método de realização de aborto, por sinal já antigo, mas que tinha escapado ao meu conhecimento. Consiste o referido método na ingestão, pela mulher abortante, de uma cerveja preta, ao que se segue um violento atirar de cima da cama para o chão, qual Super-Mulher a voar do cimo de um prédio para a rua. Atente-se no pormenor de a cerveja ter que ser necessáriamente do tipo "Preta". É essencial...



    Por acaso, ou talvez não, fiquei com a idéia que ao usar a cama mais alta de um beliche em vez de uma vulgar cama, a eficácia deste método sobe exponencialmente. Ou quem sabe, uma fracturante queda ao longo das escadas da Casa da Música...



    É método com futuro, este da cerveja preta. Se este blog fosse bastante lido por mulheres em desesperado estado de gravidez, a Casa da Música ia deixar de ser conhecida pelos seus concertos de qualidade e passava a Clinica de Abortos Acidentais, com patrocínio da Unicer.



    Achei que devia partilhar isto, numa altura em que se discute a despenalização do aborto, que eu não compreendo. Temos alguns abortos em altos cargos de governação da Tugalândia que estão constantemente a ser despenalizados pela incompetência que demonstram. Enfim...











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    terça-feira, janeiro 02, 2007

    OVNI's







    Agência Espacial francesa vai disponibilizar arquivos OVNI na net


    Mais de 1600 incidentes documentados e seis mil relatórios elaborados
    nos últimos 30 anos pelo Centre National d’Etudes Spatiales vão ser
    disponibilizados para livre consulta on-line já no final de Janeiro,
    anunciou hoje a agência responsável pela investigação de assuntos
    espaciais em França.



    Testemunhos de
    pilotos da aviação civil e militar recolhidos após alertas de
    avistamentos de objectos ou fenómenos não identificados são alguns dos
    documentos mais interessantes que se poderão agora consultar.


    Os responsáveis da agência esperam um grande afluxo de acessos, especialmente nos primeiros meses de activação do serviço.
    Mais informações podem ser conhecidas a partir do endereço oficial do Centre National d’Etudes Spatiales em www.cnes.fr.





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    quinta-feira, dezembro 28, 2006

    Então vem aí o 2007...

    "E diz o 2006 para o 2007..."



    -Arreia as calças que és a seguir..."



    Bom, depois desta entrada cómica... quero apenas expressar o meu optimismo para o novo ano que se aproxima...



    ...



    Depois de expressar o meu optimismo, aproveito para tecer alguns comentários à classe politica portuguesa...



    ...



    Amigos um bom ano de 2007 (pelo menos melhor do que o meu optimismo expressa).









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    Desejos para 2007 (Parte I)

    Desejos para 2007...



    - A morte do capitalismo e da globalização.



    -A subida ao poder presidencial nacional de Jorge Nuno Pinto da Costa, nem que seja pela força de uma ditadura desportiva liderada pelos Super-Dragões.



    - A morte da Floribela e do Nodi.



    - Total erradicação do Ponto Cardeal "SUL" de todas as Rosas dos Ventos do mundo. Aliás, o "Sul" deveria chamar-se "Norte de Baixo".



    - Uma operação plástica urgente à boca da Manuela Moura Guedes (mais conhecida como o Túnel da TVI).


    Mais desejos nos próximos capítulos...







    domingo, dezembro 24, 2006

    Um Feliz Próspero

    Então aqui vão os votos de um Feliz Natal para a blogosfera FLNesca. E que o novo ano traga novas conquistas a todos, sejam elas de que espécie forem...

    Um abraço natalício...

    sábado, dezembro 23, 2006

    FELIZ NATAL!

    Neste natal pensem nas coisas que fizeram de bem (e as que fizeram de mal), nas pessoas que ajudaram (e nas que podiam ter ajudado), pensem em tudo o que queriam poder fazer... e nós desejamos que o consiga...



    Um óptimo Natal e um novo ano cheio de saúde e felicidade!



    São os votos do FLN





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    quarta-feira, dezembro 13, 2006

    Proposta de alteração do nome do País...

    Com base nas noticias hoje publicadas, sobre a criação de um ramo especial de investigação da corrupção na policia judiciária, tenho a escrever o seguinte:



    Vamos mudar o nome do País para Futebol Clube de Portugal... afinal parece ser esse o principal motor do país.

    Esqueçam as empresas, o turismo, o vinho, as pessoas, a sociedade, as crianças, a escola, a educação, o desenvolvimento social, o desenvolvimento cultural, etc., etc., etc... enfim, mais uma para a conta!



    Com tantos problemas sociais, existe tempo/meios/fundos para criar um ramo especial de corrupção no desporto???!!?!??!??????!!!!!!??!????!??!?????!?!!!!??!?



    Acordem-me quando acabar o pesadelo... obrigado.



    zzzZZZZZZzzzzZZZZZzzzzZZZZ





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    Mais de ainda mais...

    "É verdade... está escrito no livro...".

    Ora bem, vamos por partes, Carolina estava numa "posição" privilegiada com o Sr. Costa... certo.

    Carolina escreveu um livro... aí é que a porca torce o rabo, então se ela nem sabe falar como é que consegue escrever?

    Carolina mandou bater num vereador... certo.

    Mas diz que foi a mando do Sr. Costa... pois... então que prove! Ou agora basta "escrever" um livro, ter uma editora que o publique, para o mesmo ser verdade?



    Enfim, já farto da história do futebol, com mais jogos fora das linhas do que dentro... penso que o melhor era prender todos os dirigentes e pessoas ligadas ao futebol e começar de novo.



    De qualquer das formas alguém tem de ser preso e se forem vários melhor!





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    segunda-feira, dezembro 04, 2006

    Bota Abaixo

    Bem... Vou pegar nas palavras do meu camarada FLN no seu último post, que apelidou, e muito bem, este blog de ser do tipo "bota abaixo". Para fazer juz ao referido apelido, aqui vai um "bota abaixo" especialmente para esses ignorantes que preferem ser espanhóis...



    Pois bem... esses cromos só preferem ser espanhóis porque não têm coragem para serem Portugueses. Realmente era mais fácil sermos anexados e passarmos a viver pelos parâmetros aqui do nosso vizinho do lado, se algum dia essa situação pudesse ser real, o que eu duvido. É muito simples olhar para os outros e invejar o que eles conseguiram. Também é fácil olhar para a quantidade enorme de coisas erradas neste país e escrever cantigas de maldizer sobre tudo e todos...menos sobre nós próprios, os verdadeiros culpados. Contra mim falo quando digo que todos nós desistimos de ser cidadãos para passarmos a ser espectadores de um circo que cada vez nos afunda mais, mesmo debaixo do nosso nariz. Mas daí até resolver o assunto colocando o acto de governar o nosso país em mãos estrangeiras...é demasiado. Não posso acreditar que não consigamos fazer melhor...e desistir não é opção.

    Vamos mas é deixar de pensar em ser espanhóis e começar a pensar em ser suficientemente Portugueses para que seja o "nuestro hermano" a querer ser Tuga.



    Claro que isto é só a minha opinião...



















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    segunda-feira, novembro 20, 2006

    Beeeemmmm...

    Desculpem o título exagerado, mas há coisas que têm de ser...



    Hoje vou-vos falar sobre a desistência da cidadania. Um tópico muito actual que faz as primeiras página de todos os jornais inexistentes do universo... talvez não de todo o universo mas pelo menos de parte do universo.



    Ouvimos então a passada semana falar de portugueses que não se importavam de ser espanhóis... hum... das duas uma, ou alguém os enganou e disse que as mulheres não eram como as nossas, ou então ninguém os enganou...



    Mas o que é isto?? Agora quero ser espanhol... pronto já estou farto... agora quero ser porto-riquenho... onde é que isto vai parar? Eu proponho que as pessoas que não acreditam no nosso país, deixem de viver às nossas custas! É como nas empresas "Ah... não isto fecha mais cedo ou mais tarde...", " Se eu não fizer alguém há-de fazer..."!!!! MUDEM!!!!!!! JÁ CHEGA DE APATIA! JÁ CHEGA DE DEIXAREM OS OUTROS TOMAREM AS DECISÕES! INFORMEM-SE E PARTICIPEM! Afinal nós é que fazemos o país que temos, deixem de achar espertos os que fogem aos impostos, às leis, à sociedade... e passem a considerá-los, pelo menos, excluídos!



    Desculpem as maiúsculas mas chega a uma altura que revolta!



    Amigos lembrem-se que somos os maiores e que, quando muitos, os outros é que hão-de querer ser portugueses!



    Este blogue custuma ser do "Bota a baixo" mas desta vez apeteceu-me escrever isto, espero que compreendam...





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    Para quem já leu o Tampa nº5...

    Conforme vaticinado no TAMPA nº5 o novo sistema de multas já está a ser implementado! Noticia no Público dia 20 de Novembro...



    "Erros no sistema informático da DGV atribuem infracções a condutores inocentes

    20.11.2006 08h23 Oliveira/PÚBLICO />


    Relatórios internos da Direcção-Geral de Viação detectaram, em
    2003, deficiências no sistema informático que gere as
    contra-ordenações. Os problemas persistem e muitos automobilistas
    poderão ter registadas no seu cadastro infracções cometidas por outros
    cidadãos.


    E só o poderão vir a descobrir caso venham a cometer uma
    infracção grave ou muito grave e forem então considerados reincidentes.
    A DGV reconhece os erros, que podem ocorrer quando se dá uma alteração,
    voluntária ou não, dos números do BI ou carta de condução.



    Teresa
    Maia foi apanhada em Junho deste ano a conduzir em excesso de
    velocidade no Itinerário Principal n.º 4 (IP4). Circulava a 142
    km/hora, quando o máximo permitido é 90. O auto foi levantado pela GNR,
    que lhe aplicou uma multa de 120 euros. Mas, além disso, Teresa Maia (o
    nome é fictício) pode ficar sem carta durante um prazo que varia entre
    um e 12 meses, uma decisão que será tomada pela Direcção-Geral de
    Viação (DGV). No sistema informático da DGV, contudo, o auto aparecia
    no nome de Manuel Fonseca (nome fictício, também). Se o erro não fosse
    detectado a tempo, Manuel Fonseca poderia ter ficado sem carta por uma
    infracção que não cometeu.



    A transferência de
    contra-ordenações de um condutor para outro é uma constante há vários
    anos. O processo mais conhecido ocorreu em 2002 e envolveu um
    procurador que ficou com o registo limpo e um emigrante que ficou com
    as infracções daquele. O caso acabou nos tribunais, com o procurador e
    a funcionária que alegadamente provocou a troca dos registos indiciados
    por corrupção. No âmbito do inquérito, apurou-se que havia "tantos"
    casos como este a nível nacional que o magistrado encarregado pela
    investigação o arquivou.



    Assim, muitos cidadão poderão ter
    infracções incorrectas no seu registo de contra-ordenações, podendo só
    o descobrir se alguma vez cometerem uma infracção grave ou muito grave
    e nessa altura forem considerados reincidentes. Muitos também poderão
    ter sido beneficiados, aproveitando um registo indevidamente limpo, que
    continua há anos a provocar um prejuízo não calculável ao erário
    público.



    Porquê? Num relatório prelimininar da DGV, que consta
    do processo, esta entidade assume que "foram detectadas situações em
    que determinados infractores, sancionados com infracções leves, têm
    associadas infracções graves pertencentes a outros condutores". Segundo
    a avaliação daquele relatório, os erros ocorrem quando se dá uma
    alteração, voluntária ou não, dos números do BI e da carta de condução.
    Esta alteração pode impedir "a correcta associação entre
    "infractor/infracção" e associar um "infractor a vários "cadastros"".
    Além disso, há muitos casos em que estes autos se perdem no sistema, "o
    que constitui uma grave irregularidade".



    Os dois técnicos da
    DGV que assinam o documento afirmam que "esta alteração obsta à
    correcta apreciação da verdadeira situação jurídica do infractor, como
    primário ou reincidente, e, por outro lado, não permite determinar com
    certeza e rigor qual ou quais as infracções cometidas por aquele
    cidadão, inviabilizando a correcta identificação dos autos associados
    àquele documento de identificação".



    O relatório, de Março de
    2003, foi enviado ao director-geral de Viação de então, António Nunes,
    hoje presidente da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, e
    esteve em segredo de justiça até final de 2005. Nesse documento,
    admite-se que era "muito frequente" que um mesmo infractor possuísse
    vários RIC (Registo Individual de Condutores) - o cadastro das
    contra-ordenações graves e muito graves dos automobilistas. Este facto,
    dizem os técnicos, "induz em erro o jurista que procede à análise dos
    processos, não aplicando a sanção devida - como reincidente - e por
    outro lado inviabiliza a eventual cassação da carta".





    Os
    mesmos duvidam da "fiabilidade deste sistema", apesar de todas as
    explicações dadas pela administração da Edinfor SA, a quem cabe a sua
    criação e gestão, e que alegava tratar-se de uma solução experimental,
    embora funcionasse desde 1995. E concluem que não são conhecidas
    quaisquer tentativas da DGV para solucionar as falhas do sistema.



    A
    Edinfor rejeita responsabilidades, sem responder à maioria das
    perguntas colocadas pelo PÚBLICO. Apenas diz que "a introdução dos
    dados no sistema fornecido à DGV, bem como o controlo e o acesso aos
    mesmos, assim como a definição dos utilizadores e o acesso destes à
    informação, não é da responsabilidade da Edinfor nem faz parte das suas
    competências". Adianta ainda que "todas as solicitações formais do
    cliente DGV relativas a alterações ou questões de manutenção do sistema
    foram prontamente executadas".



    A DGV, por seu turno, não nega
    a transferência de infracções entre condutores, nem que, por vezes, a
    mesma pessoa possua vários registos com contra-ordenações diferentes,
    mas remete as explicações sobre o Sistema de Informação e Gestão de
    Autos (SIGA) para a Edinfor. "(...) As técnicas do funcionamento
    daquele [sistema] só podem ser analisadas pela empresa que superintende
    o seu funcionamento", escreve a DGV. E precisa: "No âmbito do
    processamento das contra-ordenações rodoviárias, verificam-se por vezes
    situações que exigem a necessidade de proceder à correcção dos dados de
    infractor, em virtude de os mesmos apresentarem incorrecções, quer ao
    nível do nome, n.º de BI, n.º de Passaporte, Visto de autorização de
    residência; n.º de título de condução e domicilio".



    A DGV alega
    que estes "lapsos" têm origem no "deficiente preenchimento dos autos de
    contra-ordenação" ou "aquando do registo no SIGA", sugerindo que a
    tecnologia existente não consegue evitar que as migrações e as
    duplicações de registos aconteçam. Explica ainda que, quando são
    detectadas incorrecções ou duplicações, elas são corrigidas por um
    número restrito de funcionários que possui uma senha especial.



    O
    anterior director-geral de Viação, António Nunes, afirma que estas
    situações tiveram a devida atenção da sua direcção, como prova o
    relatório feito pela DGV, e que foi dado conhecimento de todas estes
    problemas à tutela e às entidades judiciais. "A DGV não concordava com
    a performance dos programas existentes, mas estando a situação nos
    meios judiciais não posso formular comentários adicionais", alega
    António Nunes. O ex-director-geral sustenta, contudo, que "logo que o
    assunto foi detectado, foram accionados todos os mecanismos para
    estancar a situação".



    Vários funcionários da DGV ouvidos pelo
    PÚBLICO contaram que ninguém na instituição tem a dimensão do problema
    e que estes têm consciência de que só uma pequena parte dos casos é
    detectada."

    Coincidência? Talvez... ou talvez não...





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    quarta-feira, novembro 15, 2006

    Hum...

    Então não é que descubro esta semana, que existem exercícios (ainda que facultativos) para os miúdos não trocarem os "v" pelos "b"???!!!??!?!??

    Então mas o que é isto? Agora é mais importante falar melhor do que manter as raízes culturais?

    Enfim... dúvida que vou pedir à ministra que responda... e daí é melhor não... os professores devem fazer "bicha" à porta...

    Pronto era só mais um olhar interessado sobre o ensino...

    quinta-feira, novembro 02, 2006

    Por favor ajudem...

    Amigos leitores, enquanto estão no conforto de vossa casa existem "instituições" que precisam desesperadamente da vossa ajuda. Até que ponto chega o egoísmo dos portugueses?

    Quando há necessidade onde estão os nossos "irmãos"? Vamos unir-nos e ajudar os BANCOS portugueses a ganhar mais dinheiro... enfim, até porque quando é ao contrário (nós lhes vamos pedir dinheiro) eles ajudam-nos imediatamente e quase não precisam de garantias.

    Enfim... é como o ditado "De mal... a pior.".

    Inté ao próximo pedaço de informação.

    sexta-feira, julho 21, 2006

    Então afinal chegamos ao 4º lugar...?

    Bom apesar de tudo ainda chegamos ao 4º lugar na competição mais "importante" de futebol... Será que foi de propósito? Fontes secretas confirmaram as suspeitas... Scolari lê o Tampa blogue!!
    Bem, esta noticia veio (quase) deitar por terra a ideia que ele só vio cá pelos €€€.
    Mas afinal conseguiu, com o apoio da equipa, fazer uma campanha interessante! Portanto, Portugal parou, novamente, para ver os desafios... a GM retirou a sua fábrica de Portugal... enfim, tudo na paz... pelo menos façam aquilo que devem... ou que podem, que é não comprar OPEL e mais uma série de marcas... vejam quais são e tentem diminuir as vendas dessas marcas em Portugal... se esta fosse uma causa tão nobre quanto a do futebol, de certeza que a opel não vendia 1 unidade mais neste país... mas sendo uma questão menor (afinal estão em causa apenas os empregos de umas centenas de portugueses), não é o mesmo de nos unirmos para ganhar o campeonato do mundo de futebol, pode ser que continuem a vender como se nada se tivesse passado.

    Até à próxima escrita...

    quarta-feira, maio 17, 2006

    Afinal havia outro...

    Não queria escrever sobre isto... mas tenho, para desabafar... então a geração dourada do futebol português desapareceu?

    Não queria vaticinar... mas não tenho muita esperança na nossa (dele) selecção nacional. Foi engraçado pendurar, e ver pendurada, a bandeira portuguesa mas... quanto a mim não chega! Um europeu perdido com uma equipa interessante. Estou céptico em relação ao nosso resultado no mundial... mas espero estar enganado e nós fazermos o "impossível" que é para além de jogarmos contra os adversários, jogar contra o treinador... mudando de assunto...

    Portugal, não pares pelo mundial... pára pelo desemprego, pára pela falta poder de compra, pára pela falta de respeito por ti... PORTUGAL! Estão a brincar contigo e a abusar de ti!!! Acorda!!! Como bons portugueses vamos esperar que as coisas aconteçam... ERRADO! Se não lutarmos nada será nosso!!!!

    Amigos até ao próximo desabafo...

    quarta-feira, abril 12, 2006

    A vida continua como sempre...

    No dia em que sabemos que os métodos de ensino foram alterados, escrevo este texto com a pura convicção de que afinal os mouros tiveram foi um tratamento duro em criança.
    Afinal, atar as crianças à cama, fechá-las num armário, dar-lhes alguns tabefes são métodos de educativos!!!
    Não sei como é possível que o mais alto tribunal português o considere assim... a senhora em questão é mãe de alguém, será que o mesmo tratamento foi aplicado aos filhos? A formação, provavelmente inexistente, deveria ter detectado que aquela pessoa não seria talhada para aquele serviço.
    As crianças, de si vulneráveis não o serão mais com perturbações do forro psicológico? Onde estavam os pais das crianças? Onde estava a segurança social? Onde estavam as assistentes sociais?
    Num país em que as inspecções da segurança social não surtem efeitos para os directores de colégios e instituições reina a impunidade.
    Erros todos cometemos, mas devemos ser responsabilizados por eles por mais que nos custe, devemos no mínimo ser profissionais, quando não o podemos ser, devemos fazer com que os patrões nos deem condições para o sermos, quando não o conseguimos ser está na hora de mudar de profissão ou procurar formas para o conseguirmos.
    A notícia foi vinculada hoje pelo público, na próxima semana será esquecida.
    Será que o acordão "casa pia" vai ser "afinal esles mereciam levar com o coiso pelo coiso acima"?
    Tristeza...

    sexta-feira, fevereiro 10, 2006

    Esporádica Colaboração - Tomo I

    Passada que foi a jornada eleitoral para a Presidência da Republica, que culminou com a eleição do Mouro de Boliqueime, e à distância segura de 3/15 dias, seria já tempo de dissertar sobre e até tentar apreender o porquê de tal resultado final. Desengane-se o caro leitor. Não vou gastar o Seu tempo nem, desmedidamente pior, o meu, levando a cabo essa hercúlea tarefa.

    Prefiro infinitas vezes dissertar acerca daquela que é a maior e mais letal calamidade pública que alguma vez teve lugar neste planeta: o acelerado desenvolvimento do escaravelho da batata nas plantações de bananas das Honduras. Questionará o caro leitor: o que tem a ver facto de o Panamá ter um canal, com a hipótese remota de Sapo Cocas ser mordido por um tubarão em plena Avenida dos Aliados? Boa pergunta. Tão boa pergunta que neste momento, e assim de repente, não encontro resposta cabal para tal interrogação. Assim sendo, volto ao assunto que aqui me trouxe. A queda do dracma provocada pela repentina ascensão da exportação de gelo dos produtores Esquimós do Circulo Polar Árctico para os grossistas abastecedores das barracas de gelados dos Tuaregues das zonas quentes e áridas do Sahara. Ora, os índios da Amazónia, na sua infinita sabedoria, e prevendo o avanço da civilização até ao mais recôndito local da sua amada floresta tropical, acordaram já com Bill Gates a instalação de computadores pessoais em todas as aldeias. Por sua vez, Bill Gates, apercebendo-se que estava a lidar com selvagens, rapidamente contratou os serviços do mais refinado povo de selvagens que a Europa tem para oferecer. Daí a sua vinda a Portugal. Pretendo com isto alertar o leitor para o escândalo que é o uso do sabão azul como moeda de troca no intuito de conseguir favores sexuais junto das nativas cubanas. É do conhecimento geral que essa conjuntura é efectivamente real. O que não se sabe é o porquê do estranho comportamento que leva, não raras vezes, os condutores Tugas a usar os coletes retro-reflectores nos bancos dianteiros dos automóveis. E é aí que reside o busílis da questão. Será que o Conde Castelo-Branco é realmente homossexual?

    Espero com este texto ter ajudado a clarear algumas zonas escuras no espírito inquisidor do prezado leitor. Espero igualmente ter lançado algumas achas para a fogueira das sempre pertinentes questões existenciais que afloram o cérebro pensante. E já agora o outro também.

    O Vosso sempre dedicado,
    Capião Vergamouro



    terça-feira, fevereiro 07, 2006

    Mais um ataque relâmpago

    Uma vez mais a força e inteligência que caracteriza o excelso cidadão nortenho foi imponentemente demonstrada. Desta feita é o Grande Azevedo que, em mais uma excelente jogada no xadrês da economia, decide, e bem, colocar emr xeque-mate, o maior e mais monopolizador agente de telecomunicações deste país. Em boa hora o fez.
    Claro que o mais distraido dos leitores vai concerteza avaliar esta situação como apenas mais uma jogada de um homem poderoso que quer tornar-se mais poderoso ainda. E avalia bem. O juízo efectuado apenas peca numa alínea. É que este homem é do Norte, logo, a sua legitimidade para tomar conta da Tuga Telecom, é mais que muita. É toda e mais alguma. E os meios a utilizar são irrelevantes e acima de qualquer suspeita. O mesmo não seria verdade se o homem em questão fosse mouro.
    Resta acrescentar que quando esta noticia veio a público nos diversos meios de comunicação social de 2ª (RTP, SIC, TVI, etc.) já o Tampa há muito tinha conhecimento destas movimentações. Posso até informar que mesmo antes do Grande Azevedo ter pensado em tudo isto, já nós sabiamos o que se ia desenrolar.

    É de reparar na pertinência...

    Quantos de vós, fiéis seguidores da doutrina FLNesca tinham já pensado neste tipo de ataque? Levantem o dedo… 1… 2… 3 mil… 8629… pronto, ainda foram alguns, mas só um teve a coragem, sim coragem, para escrevê-lo. Um grande bem haja.

    segunda-feira, fevereiro 06, 2006

    Impõe-se uma chamada de atenção

    Relativamente às caricaturas que despoletaram a destruição avulso de embaixadas vikings em terras muçulmanas, quero apenas dizer o seguinte: os verdadeiros culpados estão em Lisboa, mais exactamente na Câmara Municipal, onde existe até um gabinete de desenho especializado em caricaturas de Maomé. Aqui fica portanto o aviso para a mole humana de extremistas islâmicos que imbuídos de uma fúria sem precedentes se apressou a deitar abaixo tudo que cheirava a escandinavo. Apontem as Vossas armas ao verdadeiro culpado...O FLN até fornece o mapa...

    quinta-feira, janeiro 05, 2006

    Novo Camarada e mais além...

    Quero, antes de mais, aproveitar para dar as boas vindas ao mais recente membro da F.L.N. nome de código “SECADEGAS”.

    Aproveito, também, para em relação ao texto desenvolvido pelo novo colaborador/infiltrado/camarada, escrever que por motivos, óbvios, de segurança são apenas des-conhecidos três operacionais, desta muy nobre força de combate… mas afinal, são já milhares os soldados prontos para o combate!!

    Que este novo ano continue a trazer todas as vitórias para a F.L.N..

    Novo membro

    Bem...temos um novo meliante aqui pelas bandas do Tampa. E pelo que li no post anterior, este novo elemento entrou a pés juntos, qual Petit em perna adversária. A assim continuar, qualquer dia destes esta nova aquisição das hostes FLNianas vai sozinha, de peito aberto e armada apenas com os seus punhos, assaltar e destruir tudo quanto existe abaixo do Mondego. Um bem haja por isso. E já agora que seja muito bem vindo.

    quinta-feira, dezembro 29, 2005

    I saw "SAW"

    Acabei de ver o SAW (o primeiro). Não consigo deixar de imaginar aquele suposto homem morto no meio da sala como o Nortenho, e os outros 2 cromos a serem massacrados como os mouros em sofrimento...Estarei a exagerar? Será demasiado pretenciosismo da minha parte ou apenas um veemente desejo de tornar realidade o que muito bem foi ficcionado? Enfim, dúvidas existenciais...

    quarta-feira, dezembro 21, 2005

    Nova Invasão

    Mais uma vez o The Tampa Blog está na vanguarda da informação. Conseguimos apurar junto de membros do F.L.N. que está em curso mais uma operação de ataque ao Eixo do Mal. Com efeito, esta acção, de seu nome Plano Integrado Lisboa Ardendo (P.I.L.A.), está já em avançado estado de preparação. Bebendo inspiração no famoso imperador romano Nero, foi decidido que o meio bélico utilizar para esta estratégia de ataque será o fogo. Fomos informados que foi já assegurada a compra do que restou de material inflamável das inumeras fábricas de pirotécnia que ardem por este país inteiro. O P.I.L.A. será, nas palavras de membros do F.L.N., "a maior e mais destrutiva operação de guerrilha alguma vez montada neste país." Este é um plano faseado, sendo o seu primeiro objectivo fisico, o Núcleo Anónimo de Dadores de Esperma a Gajas Abandonadas (N.A.D.E.G.A.), claramente com o intuito de impedir a proliferação de pequenos lisboetas, que poderiam crescer e tornar-se ferozes inimigos da Nação Nortenha. Citando as minhas fontes: "o momento de penetração é essencial, mas depois de atingido o objectivo, o P.I.L.A. vai atacar o N.A.D.E.G.A. como se não houvesse amanhã. "

    E é isto caros leitores, a informação em cima do acontecimento, qual P.I.L.A. em cima da N.A.D.E.G.A. É isto a qualidade jornalistica. Lamentamos não fornecer mais pormenores sobre a operação P.I.L.A., mas compreenderão que, ao faze-lo, estariamos a oferecer ao N.A.D.E.G.A. dados essencias, que facilitariam de sobremaneira o debelar deste ataque.

    O TAMPA sabia...

    O TAMPA já sabia que o Pai Natal existia, tendo sido um assunto debatido no TAMPA do natal de 2004... Portanto, não é uma supresa, até porque nesse tempo, as renas foram "alteradas" para grandes descargas "gasais" ("Gasais" vem de gases, existe. Podem ver no dicionário.) de forma a diminuir a acção desse agente malfeitor.

    Quanto ao assunto da F.O.D.A. o que se tem verificado, é uma escalada de boicotes por parte da M.E.R.D.A. (Movimento Esquelético Rudimentar Diminuido Arábico-Mouro), que tenta atingir os feitos da grande nação... e sua maior organização, zeladora de tudo o que é suposto zelar, FLN.

    Para todos (os nortenhos) um Feliz Natal...

    Ele existe...

    Afinal o Pai Natal existe. É um agente secreto da máfia sulista que tenta a todo o custo defraudar as operações da F.L.N. E não profiro esta afirmação levianamente. Fui contactado por operacionais da Frente Operacional Duendes Armados (F.O.D.A.), que me informaram do que acabo de revelar. Esta organização, fez esta descoberta devido a uma anomalia renal. As renas do Pai Natal revoltaram-se. Depois de tantos anos a puxar o trenó do que pensavam ser um homem bom que trazia alegria às crianças deste mundo, descobriram que afinal o homem é um vil espião das forças do mal. Decidiram, em plenário renal, contactar a F.O.D.A. no sentido de esta organização tomar medidas drásticas. Por sua vez, e prevendo que não teria capacidade para tal gigantesca tarefa, a F.O.D.A. pediu auxilio à FLN. Ficou entretanto decidido que a FLN, através da F.E.I.R.A., irá tentar substituir o Pai Natal pelo Coelho da Páscoa na tarefa de distribuição dos presentes de natal. Pelo menos as renas sentirão reduzido o peso do trenó...

    segunda-feira, dezembro 19, 2005

    A Promessa...

    A promessa de um fórum não está esquecida... em breve haverá novidades...

    sábado, dezembro 03, 2005

    Standby

    Camaradas... apesar de parecer haver uma acalmia nas acções do FLN, tal não se passa com a F.E.I.R.A. o planeamento das acções, e mesmo intrevenção em algumas, não deixam muito tempo livre para a escrita...

    Agora entramos numa nova fase, em que o fornecedor de balas não fornece, e daí o tempo sobrar para mais esta explicação.

    A novidade é que já está previsto um fórum para debater certos e determinados assuntos...

    Até lá...

    segunda-feira, agosto 22, 2005

    por Miguel Sousa Tavares

    Uma história de 2 aeroportos

    Áreas:
    Aeroporto de Málaga: 320 hectares,
    Aeroporto de Lisboa: 520 hectares.

    Pistas:
    Aeroporto de Málaga: 1 pista,
    Aeroporto de Lisboa: 2 pistas.

    Tráfego (2004):
    Aeroporto de Málaga: 12 milhões de passageiros, taxa de crescimento, 7% a 8% ao ano.
    Aeroporto de Lisboa: 10,7 milhões de passageiros, taxa de crescimento 4,5% ao ano.

    Soluções para o aumento de capacidade:

    Málaga: 1 novo terminal, investimento de 191 milhões de euros, capacidade 20 milhões de passageiros/ano. O aeroporto continua a 8 Km da cidade e continua a ter uma só pista.

    Lisboa: 1 novo aeroporto, 3.000 a 5.000 milhões de euros, solução faraónica a 40Km da cidade.

    É o que dá sermos ricos com o dinheiro dos outros e pobres com o próprio espírito. Ou então alguém tem de tirar os dividendos dos terrenos comprados nos últimos anos. Ninguém investiga isto?

    É preciso fazer alguma coisa.
    Pelo menos divulguem