terça-feira, janeiro 30, 2007

...numa das paredes do maus hábitos...

"Hoje, a televisão e a comunicação permitem a manutenção do status quo, fabricando a ilusão em conceitos como democracia e liberdade."



powered by performancing firefox

sexta-feira, janeiro 19, 2007

Achei interessante e decidi partilhar...

Belmiro de Azevedo, presidente do Grupo Sonae

«Pleno emprego é fictício»

O pleno emprego em Portugal é fictício, porque o Estado e o Governo continuam a absorver pessoas por causa do aumento da burocracia, da falta de formação das força de trabalho da administração pública e da política de contratação indiscriminada. Quem o afirma é Belmiro de Azevedo, presidente do Grupo Sonae, em entrevista ao Expresso. Cáustico e pragmático quanto baste, o conhecido empresário português também não poupa críticas à ineficácia do ministério da Educação, à falta de visão e isolamento dos empresários e ao corporativismo universitário, «difícil de perceber, porque os professores deviam ser pessoas de inteligência superior».

Belmiro de Azevedo com Ruben Eiras

Versão adaptada do Expresso

Belmiro de Azevedo Portugal é um país de doutores desempregados?

BELMIRO DE AZEVEDO - O significado da palavra "doutor" em Portugal foi evoluindo até se tornar numa espécie de bilhete de entrada no mercado de trabalho a preço fixo. Quando tinha 17 anos de idade, na Faculdade de Ciências, os contínuos já chamavam "doutores" aos alunos do primeiro ano. Assim, diferente de outros países, onde pessoas que são realmente "doutores" não são designadas por tal, aqui em Portugal há pessoas chamadas por esse título, independentemente da sua capacidade intelectual e competência. Ou seja, existem e continuam existir muitas pessoas que entram na universidade sem a vontade de trabalhar na área que escolheram, nem com a competência necessária para tal. Por isso, há excesso de formação em certas áreas, o que acaba, em parte, por desvalorizar a licenciatura.

Como é que avalia a qualidade do ensino em Portugal?

B.A. - Por um lado, o ensino está mais diverso e ensinam-se coisas mais próximas do mercado. Mas há menos rigor, não só da parte dos alunos, como também e ainda mais da parte do professores. Em suma, o produto final é pior.

Como é que o ensino chegou a esse ponto?

B.A. - Não foi uma coisa que aconteceu de um dia para outro. O 25 de Abril teve muita influência neste processo, porque muitos bons professores foram eliminados por serem acusados de colaboracionistas com o antigo regime. Para o lugar deles entraram incompetentes com alguns ideais radicais e o título era atribuído mais pelo seu grau de radicalismo do que pela sua competência. O resultado foi um certo abandalhamento do conceito de disciplina e dos valores na universidade, o que deu início a um período de excesso de liberdade e de auto-interpretação corrente de quem faz o quê, culminando na situação corrente de termos maus alunos e maus professores. Maus professores que dizem que ganham pouco e por isso têm que ter "multi-emprego", e maus alunos que passam a vida a protestar na ruas por causa das propinas serem caras. Raramente vêem se alunos a exigirem uma universidade melhor, um currículo melhor e professores melhores. E raramente se vêem professores a invocarem mais salário para ensinarem num só local de trabalho.

Acha que ainda existe um corporativismo forte nas universidades, que emperra a ligação ao mundo empresarial?

B.A. - Sim. O corporativismo é um mal geral da sociedade portuguesa, que vem do antigo regime e que infelizmente, o 25 de Abril não eliminou. O corporativismo luta por causas sem conteúdo. Os sindicatos, por exemplo, exigem mais salário sem quererem saber se há criação de riqueza ou não. Os patrões querem incentivos fiscais independentemente se têm estratégia ou se criam produtos com interesse. Os jornalistas, também, defendem valores determinados de uma maneira corporativa: têm direito de dizer mal de quem seja e não aceitam críticas de fora. Mas o corporativismo universitário é difícil de perceber, porque os académicos deviam ser pessoas de inteligência superior e assumir um posicionamento mais aberto. Mas como os professores universitários auferem hoje baixos vencimentos, isto obriga-os a uma carreira multifuncional, situação que os torna corporativos. Os bons professores não deviam ter limite de salário. É quase ridículo ver pessoas de grande craveira intelectual em manifestações, embora esta situação seja mais evidente em professores do ensino primário e secundário. Mas há sempre uma escapatória: um professor que é competente, sai da universidade pública, vai para o sector privado e protesta menos.

Quais as razões da sucessiva ineficácia das reformas do ministério da Educação?

B.A. - O ministério da Educação sempre foi um monstro dentro de outro monstro que é a administração pública. O ministério da Educação é o maior empregador nacional, deve possuir o maior teor de burocratas no sistema. Continua a gerir numa lógica de continuidade aquilo que existe, em vez de gerir numa lógica de base zero, por reformular o sistema por completo. Não têm existido verdadeiras reformas educativas. As reformas do sistema de ensino em Portugal têm-se centrado nas provas finais e de acesso e não nas questões de fundo, como o financiamento das estruturas - escola e universidade - e a alteração completa do sistema de remuneração dos professores. E quando esses temas afloram na comunicação social, desaparecem logo a seguir e fica tudo na mesma. E tem-se mais do mesmo.

Então qual a solução?

B.A. - Devia haver uma reforma que abrisse e descentralizasse o sistema de ensino. O ministério da educação devia ser um regulador, validador de currículos, a qualidade do exame e deixar o sistema funcionar, descentralizado. Já se está a fazer no secundário e no primário, mas no superior a evolução tem sido muito lenta. Devia-se centrar mais na gestão dos activos - infraestruturas, tecnologias de informação, bases de dados - e criar competitividade entre alunos e professores. É que nos mercados onde isto existe, as universidades não precisam de ser avaliadas, porque os bons alunos é que dão as notas, com o bom desempenho no mundo profissional. Os bons alunos procuram bons professores e os professores só ficam satisfeitos com bons alunos. Hoje temos um ciclo ao contrário: ao alunos querem ter o canudo depressa e os professores querem dar as aulas depressa. Por isso, nenhum é exigente. Quando dei aulas, fiquei espantado com professores que passam de uma universidade para a outra a dar a mesma matéria, como se fosse enlatado, o que é mau. Isso não dá criatividade e empreendorismo. Quando a aula é passada a debitar matéria de um livro ou de um artigo de jornal, e não se questiona os alunos ou se ensina coisas diferentes, se os professores não são criativos, os alunos não o vão ser. Não há dialéctica, criação de inquietação.

Porque é que as universidades são relutantes em aceitarem empresários na concepção dos currículos dos cursos?

B.A. - A pressão empresarial não é eficaz, porque a maioria dos empresários portugueses não são uma classe avançada, quando comparada com o resto do mundo desenvolvido. O tecido empresarial nacional ainda é um corpo fechado e pouco comunicativo. Por isso, o diálogo não é fácil. De um lado, temos o silo dos universitários e do outro, o silo dos empresários e não há bases comunicantes entre os dois sistemas: é raro ver um empresário tornar-se professor e vice-versa.

E as universidades privadas não têm contribuído para minorar essa falta de ligação ao mercado de trabalho?

B.A. - Muito pouco. Como as universidades privadas têm de concorrer com o ensino gratuito das universidades públicas, apostaram nos cursos de papel, lápis e borracha, porque o retorno do investimento é mais rápido. Não é preciso investir em grandes instalações, a qual é uma condição sine qua non para cursos de formação mais técnica, como engenharia e medicina, por exemplo. Essas é uma das razões do excesso de advogados, letrados, sociólogos e psicólogos. Só que as universidades privadas não tinham outra via.

No que diz respeito ao financiamento das universidades, que medida se deveria adoptar para aumentar a racionalização dos recursos?

B.A. - Sou a favor do financiamento do aluno - através de um cheque educação, por exemplo - do que a instituição universitária. Isso é financiar um peso morto, deitar dinheiro para um buraco, sem saber depois como ele é gerido.

Mas as universidades dispõem de autonomia na gestão...

B.A. - As universidades têm autonomia para gerir a despesa - que pouco tem a ver com investimento -, mas não possuem autonomia para gerir as receitas, porque quem o faz é o ministério das Finanças através da tributação. Ou seja, as universidades continuam centralizadas e dependentes do ministério das Finanças e da Educação.

Outra grande lacuna do mercado de trabalho nacional é a carência de profissionais de cariz técnico. Como aumentar a atractibilidade destes cursos?

B.A. - Essa é a pior de todas as situações. Em Portugal, depois do 25 de Abril, as escolas técnicas foram consideradas como discriminatórias do ponto de vista social, ofensivas da dignidade humana, por ser considerado um ensino dirigido às classes mais baixas. Toda a gente queria ser doutor, enquanto muitos poderiam, por exemplo, ser excelentes serralheiros e electricistas. Os espanhóis, ao contrário de nós, mantiveram as escolas profissionais, que são de necessidade evidente. Por exemplo, em Portugal, não há técnicos de saúde e são médicos que estão a ocupar esses postos. Em Espanha, há uma abundância de enfermeiros técnicos. Estou a pensar em fazer uma clínica privada e vou certamente recrutar técnicos espanhóis e brasileiros.

Porque é que os cursos de engenharia não preencheram a maioria das funções técnicas em falta?

B.A. - Porque os cursos de engenharia, por serem caros, não forneceram os profissionais técnicos em quantidade suficiente, sobretudo através dos engenheiros com grau de licenciatura. Teria sido mais rentável para eles, para o país e para as empresas se possuíssem uma qualificação intermédia, do que desempenharem funções de nível inferior à sua formação. No entanto, no passado, já os engenheiros técnicos reivindicavam a atribuição do grau superior. É um problema de cultura do título de "doutor". Mas não é preciso um grau académico para ter sucesso quer na vida empresarial e até na vida política. Temos muitos exemplos de políticos na praça que não têm curso nenhum. E abundam muitos jovens que se inscrevem nos partidos, porque não têm emprego. Por isso é que o parlamento fica cheio de pessoas que nunca trabalharam.

Já que fala de política, como comenta a recente declaração do primeiro-ministro António Guterres, ao afirmar que os portugueses são pouco profissionais?

B.A. - Foi o filho dele que disse isso, não foi?

Exactamente. O filho foi aos Estados Unidos e veio de lá impressionado com o que viu.

B.A. - Então não percebo como é que o filho dele disse isso. É por ser jovem. Não o conheço e não sei em que baseou essa afirmação. Mas aparentemente foi validada pelo pai. Como Guterres é um profissional da política, se calhar utilizou essa afirmação para o sector que ele conhece melhor, que é o dos políticos (risos).

Passemos à política de trabalho. Existe mesmo pleno emprego?

B.A. - O grave é o pleno emprego rígido e fictício, porque a economia consome apenas o número de empregos que são necessários na realidade.

Quer dizer com isso que o Estado continua a absorver pessoas, para evitar que o Governo enfrente os custos sociais do desemprego?

B.A. - A burocracia aumentou tremendamente e o Estado, independentemente dos governos que o administrem, não é muito agressivo a auto-reformar-se. Os governos, de facto, têm uma grande propensão para consumir pessoas, como assessores e ajudantes. Dado que o problema da produtividade não é atacado, há talvez alguma razão em contratar mais pessoas, como em situações de picos de trabalho. Mas isso acontece porque não se tomam as decisões de fundo de investir para modernizar, como as tecnologias de informação e melhorando o "caco" das pessoas que trabalham na administração pública. Isto tudo com a agravante das pessoas contratadas para uma tarefa criarem aderências ao sistema e ficarem como lapas que nunca mais saem.

Como avalia a política de formação dos últimos 15 anos?

B.A. - O problema é saber como o dinheiro para a formação foi gasto. E não se sabe. Criou-se uma indústria cujo objectivo era captar os fundos europeus, sem grande preocupação de formar pessoas para o mercado de trabalho. Caso contrário, tinham-se formado mais electricistas e técnicos de vária ordem. O fundamental era criar um curso para ter direito a uma receita, independentemente da qualidade daquilo que se ensinava e da real formação para o mundo do trabalho. O resultado é que hoje as associações patronais e uma certa classe de empresários vivem à custa dos subsídios do Fundo Social Europeu. Isto esteve longe de ser um investimento cuja produtividade seja recomendável.

Porque é que os empresários continuam a ver a formação como um custo?

B.A. - Nós aqui não vemos como um custo. Temos o problema ao contrário. No caso concreto da Sonae, há uma recomendação para as pessoas investirem uma determinada parcela da sua massa salarial na sua formação. Mas como muitas vezes as pessoas andam muito atarefadas, ainda não arrumaram nas suas cabeças que têm de dedicar parte do seu tempo para fazer formação, escolhida por si próprias. Nós vemos a formação como um investimento altamente reprodutivo e não como um desperdício de tempo.

Mas a maioria do tecido empresarial não pensa assim...

B.A. - Não sei, porque tenho uma vida muito intensificada naquilo que estou fazer. E como também sou um bocado crítico ao funcionamento das associações patronais, não tenho participado nestas. Tenho uma leitura um bocado distante dessa realidade. É uma das críticas que se pode fazer ao meu comportamento.

Mesmo assim, qual é a sua opinião sobre o novo acordo de concertação social, que consagra o direito a horas de formação aos trabalhadores?

B.A. - O problema é saber se essa formação vai existir, se é boa formação ou se lutam apenas por uma reivindicação. Nem sei qual é a percentagem da massa salarial, mas presumo que seja pequena. O problema é se essa formação está disponível e se as pessoas a querem ter. É uma questão de atitude. Tenho as minhas dúvidas se as pessoas querem as horas de formação para essa finalidade. Por exemplo, a reivindicação de 35 horas em vez de 40 devia ter algo mais substancial. Isso deverá ser possível com a criação de organização e condições de trabalho que permitam produzir mais e melhor em menos tempo. Não é trabalhar 35 horas para ganhar mais cinco horas extraordinárias.

A aula de Belmiro
Depois da entrevista, Belmiro de Azevedo interviu na sessão de apresentação do Grupo Sonae aos estagiários inseridos no programa "Contacto 2001". Das 2.217 candidaturas recebidas, só 125 foram seleccionadas, entre cursos de engenharia, economia, gestão e ciências sociais e humanas. Os jovens candidatos ouviram com atenção os conselhos sobre gestão da carreira do maior empresário do país, o qual também se sujeitou a uma sessão de perguntas. Eis alguns dos ensinamentos para o sucesso profissional do "professor" Belmiro:
  • Nunca se deve ficar pelo primeiro emprego. Se as pessoas querem evoluir, têm que se habituar à mudança de função, de sector, de empresa ou, num caso de um grande grupo económico, de departamento ou de área de negócio.
  • No primeiro emprego, o início da carreira "são 12 meses a carregar sacos". Isto porque o "canudo" não dá direito a nada e ser "doutor" não é ser inteligente. Para chegar ao topo e manter-se nessa posição, há que começar a escalar desde a função mais básica.
  • O sucesso profissional não depende apenas do trabalho. Para que a pessoa atinja os objectivos de uma carreira bem sucedida e sustentável, é essencial uma combinação equilibrada do trabalho com a família, o lazer e o desporto.
  • A licenciatura é apenas uma base para aprender a aprender e construir uma carreira. Mas não exclusivamente para a área em que a pessoa foi formada.

  • O magnífico reitor dos negócios
    A formação e o conhecimento são para Belmiro de Azevedo como pão para a boca. «O maior investimento que fiz na minha vida foi quando aos 17 anos decidi ser empreendedor e comecei a dar explicações para financiar o meu curso. Ginasticou-me 'caco' e o retorno do investimento é infinito. Por isso, a formação é o melhor investimento que qualquer pessoa pode fazer», afirma convictamente. Com efeito, o carismático presidente do Grupo Sonae considera-se como um reitor de uma escola de negócios, que transmite experiência profissional com valor económico. De facto, quando encontra um livro que acha importante para a formação e desenvolvimento da sua força de trabalho, não hesita e compra vários exemplares que distribui pelos quadros de topo.
    Tem horror à mediocridade e pugna pela diversidade de bases educacionais dentro da empresa. «Na diversidade é que está o ganho. Mas só entra na Sonae as pessoas que querem ter sucesso, mas não a qualquer preço. A maior valência é sempre a competência», refere. E não tem dúvidas quanto ao segredo do sucesso da Sonae: «É o somatório do esforço, rigor e criatividade de todas as pessoas que aqui trabalham».
    Belmiro não consegue ficar parado e é uma "pedra rolante" no mundo dos negócios. «Sempre gostei de fazer coisas diferentes. Portanto, quando uma área está bem consolidada e o método de trabalho está bom, vou pregar para outra freguesia», revela.
    Outra das raízes do sucesso da Sonae é a capacidade de detectar oportunidades de negócio e de decisão rápida. «É verdade que às vezes erramos e estampamo-nos contra a parede. Mas não há nada que com um bocado de tinta e uma ida ao bate-chapas não resolva. É melhor errar do que não decidir. Pelo menos, aprende-se», remata Belmiro de Azevedo.

    ...hum... agora até parece ter razão...

    Rui Rio prevê que depois de executado o QREN (2007-2013) o país terá as mesmas desigualdades. "O Norte tem muito dinheiro há muitos anos e, no entanto, continua a perder sempre", analisa, concluindo que "mais de 20 anos de União Europeia não serviram para reduzir as assimetrias".
    "in Jn 19.01.2007
    "

    quarta-feira, janeiro 17, 2007

    Não fossem as condições dramáticas...

    e eu partia-me a rir com o titulo do post do amigo druqks... "A pensar nisso ando eu..." enfim, se o gajo do último papa escreveu o livro em 3 semanas, este demorava 3 dias!!!



    Parabéns pelo, provavelmente, melhor titulo de post neste blog!



    Boas tampas!





    powered by performancing firefox

    terça-feira, janeiro 16, 2007

    A pensar nisso ando eu...

    Estás a pensar abater o meu carro...?



    Como se eu próprio já não tivesse pensado nisso. E nem era como um cão, porque por um cão tenho eu respeito, mais ainda do que pela esmagadora maioria da raça humana.

    Já pensei em inadvertidamente me esquecer da viatura debaixo de uma prensa para aço...ou então, como que tomado por um acesso de loucura, empurrar a dita cuja para os altos-fornos da Siderurgia Nacional...que não é coisa que se faça a uma pessoa, quanto mais a um cão.



    Mas enfim...se quiseres fazer também tua esta minha Cruzada contra os Mouros do sector automóvel, nomeada e mormente contra a minha viatura auto-própria, agradeço desde já o apoio...





    E realmente...estamos perto do fim...



    Como dizia o Grande Jim... "this is the end...my only friend...the end..."







    powered by performancing firefox

    segunda-feira, janeiro 15, 2007

    Pois bem...

    Como normalmente, atento ás noticias indianas, reparei no novo nome empregue pelos patrões para despedimento célere... flexisegurança (ou algo semelhante) os que leram um livro sobre o big brother, ficaram conscientes da similaridade deste termo com outros utilizados nesse livro.

    Enfim, outro visionário? Esperemos que não, pois o livro não augura nada de bom... claro, depende do ponto de vista... mas parece cada vez mais claro que as coisas caminham para a massificação dos despedimentos (Opel e outras mais) permitindo incutir o receio nos portugueses. Não ceder é difícil, preparem-se!!!

    Mudando de assunto... druqks estou a pensar mandar abater o teu carro - tal como um cão, parece ter contraído uma qualquer doença e estar em posição de erguer contra ti - pois não gosto da roda suplente - correndo o risco de parecer o gajo que escreveu o último papa penso que uso esta razão porque é tão boa como outra qualquer... :-)

    Estamos perto do fim...

    sexta-feira, janeiro 12, 2007

    Mea culpa

    Não foi minha intenção, sob que forma for, denegrir a imagem do valoroso automóvel. Nem sequer sabia que o automóvel era um dos melhores amigos do Homem. O meu não é certamente um dos meus melhores amigos. Está sempre a exigir estadias nas oficinas e só anda quando lhe apetece.


    Por outro lado, eu, se tivesse que abalrroar um qualquer membro da famigerada classe política numa qualquer passadeira deste país, não hesitaria nem um segundo. Poderia ser obrigado a acomodar a minha viatura numa oficina novamente, mas não hesitaria. O mecânico é que ia achar estranho o sangue no pára-choques...

    powered by performancing firefox

    quinta-feira, janeiro 11, 2007

    Contra!

    Amigos, amigas... é chegado o momento, de me insurgir contra este tipo de comentários... e abandonar o estilo "podes escrever o que quiseres" no TAMPA blog.
    Então o que aconteceu?
    O DRUQKS , de uma forma leviana, decidiu rebaixar algo que nos dá apoio diariamente, que nos leva e trás... o automóvel... ok, combater a classe politica... certo... mas porque danificar um dos melhores amigos do Homem?
    Espero, caro amigo, que te apercebas desse erro...

    Boas tampas...

    quarta-feira, janeiro 10, 2007

    Breve comentário

    A propósito da pertinente interrogação lançada pelo meu Camarada de Blog FLN, a saber, "Devemos ou não permitir a vida aos políticos?", é o seguinte o comentário que me apraz efectuar:



    NÃO!!!!



    Penso até que a existência dessa classe menor de Tugas deveria ser terminantemente proibida pelo Código Civil, Código Penal, Código Da Vinci e mesmo pelo Código da Estrada. Aliás, este último código poderia regulamentar os moldes legais para instituir a liberdade do condutor de fazer justiça pelo próprio pára-choques ao ser-lhe permitido o atropelamento indiscriminado da espécie política, sem que por isso sofresse qualquer tipo de penalização. Seria também permitido o abalrroamento e consequente atirar para a valeta de viaturas transportando Tugas Políticos. Seria permitido infringir as regras de trânsito quando em perseguição de um Tuga Político. Enfim...um sem número de inovações que poderia tornar mais divertido o acto de conduzir. Deste modo, a censura ao Governo seria efectuada nas estradas deste país. Lei aprovada que lesa o cidadão dá automáticamente direito a um ou mais polítios tetraplégicos. Penso que todos ganhávamos com isso... Era o fim da classe que tem atirado este este País para a lama...











    powered by performancing firefox

    Aborto (não, o assunto não é o nosso Primeiro)

    Em amena cavaqueira hoje mesmo à hora do almoço, fui confrontado com um revolucionário método de realização de aborto, por sinal já antigo, mas que tinha escapado ao meu conhecimento. Consiste o referido método na ingestão, pela mulher abortante, de uma cerveja preta, ao que se segue um violento atirar de cima da cama para o chão, qual Super-Mulher a voar do cimo de um prédio para a rua. Atente-se no pormenor de a cerveja ter que ser necessáriamente do tipo "Preta". É essencial...



    Por acaso, ou talvez não, fiquei com a idéia que ao usar a cama mais alta de um beliche em vez de uma vulgar cama, a eficácia deste método sobe exponencialmente. Ou quem sabe, uma fracturante queda ao longo das escadas da Casa da Música...



    É método com futuro, este da cerveja preta. Se este blog fosse bastante lido por mulheres em desesperado estado de gravidez, a Casa da Música ia deixar de ser conhecida pelos seus concertos de qualidade e passava a Clinica de Abortos Acidentais, com patrocínio da Unicer.



    Achei que devia partilhar isto, numa altura em que se discute a despenalização do aborto, que eu não compreendo. Temos alguns abortos em altos cargos de governação da Tugalândia que estão constantemente a ser despenalizados pela incompetência que demonstram. Enfim...











    powered by performancing firefox

    terça-feira, janeiro 02, 2007

    OVNI's







    Agência Espacial francesa vai disponibilizar arquivos OVNI na net


    Mais de 1600 incidentes documentados e seis mil relatórios elaborados
    nos últimos 30 anos pelo Centre National d’Etudes Spatiales vão ser
    disponibilizados para livre consulta on-line já no final de Janeiro,
    anunciou hoje a agência responsável pela investigação de assuntos
    espaciais em França.



    Testemunhos de
    pilotos da aviação civil e militar recolhidos após alertas de
    avistamentos de objectos ou fenómenos não identificados são alguns dos
    documentos mais interessantes que se poderão agora consultar.


    Os responsáveis da agência esperam um grande afluxo de acessos, especialmente nos primeiros meses de activação do serviço.
    Mais informações podem ser conhecidas a partir do endereço oficial do Centre National d’Etudes Spatiales em www.cnes.fr.





    powered by performancing firefox

    quinta-feira, dezembro 28, 2006

    Então vem aí o 2007...

    "E diz o 2006 para o 2007..."



    -Arreia as calças que és a seguir..."



    Bom, depois desta entrada cómica... quero apenas expressar o meu optimismo para o novo ano que se aproxima...



    ...



    Depois de expressar o meu optimismo, aproveito para tecer alguns comentários à classe politica portuguesa...



    ...



    Amigos um bom ano de 2007 (pelo menos melhor do que o meu optimismo expressa).









    powered by performancing firefox

    Desejos para 2007 (Parte I)

    Desejos para 2007...



    - A morte do capitalismo e da globalização.



    -A subida ao poder presidencial nacional de Jorge Nuno Pinto da Costa, nem que seja pela força de uma ditadura desportiva liderada pelos Super-Dragões.



    - A morte da Floribela e do Nodi.



    - Total erradicação do Ponto Cardeal "SUL" de todas as Rosas dos Ventos do mundo. Aliás, o "Sul" deveria chamar-se "Norte de Baixo".



    - Uma operação plástica urgente à boca da Manuela Moura Guedes (mais conhecida como o Túnel da TVI).


    Mais desejos nos próximos capítulos...







    domingo, dezembro 24, 2006

    Um Feliz Próspero

    Então aqui vão os votos de um Feliz Natal para a blogosfera FLNesca. E que o novo ano traga novas conquistas a todos, sejam elas de que espécie forem...

    Um abraço natalício...

    sábado, dezembro 23, 2006

    FELIZ NATAL!

    Neste natal pensem nas coisas que fizeram de bem (e as que fizeram de mal), nas pessoas que ajudaram (e nas que podiam ter ajudado), pensem em tudo o que queriam poder fazer... e nós desejamos que o consiga...



    Um óptimo Natal e um novo ano cheio de saúde e felicidade!



    São os votos do FLN





    powered by performancing firefox

    quarta-feira, dezembro 13, 2006

    Proposta de alteração do nome do País...

    Com base nas noticias hoje publicadas, sobre a criação de um ramo especial de investigação da corrupção na policia judiciária, tenho a escrever o seguinte:



    Vamos mudar o nome do País para Futebol Clube de Portugal... afinal parece ser esse o principal motor do país.

    Esqueçam as empresas, o turismo, o vinho, as pessoas, a sociedade, as crianças, a escola, a educação, o desenvolvimento social, o desenvolvimento cultural, etc., etc., etc... enfim, mais uma para a conta!



    Com tantos problemas sociais, existe tempo/meios/fundos para criar um ramo especial de corrupção no desporto???!!?!??!??????!!!!!!??!????!??!?????!?!!!!??!?



    Acordem-me quando acabar o pesadelo... obrigado.



    zzzZZZZZZzzzzZZZZZzzzzZZZZ





    powered by performancing firefox

    Mais de ainda mais...

    "É verdade... está escrito no livro...".

    Ora bem, vamos por partes, Carolina estava numa "posição" privilegiada com o Sr. Costa... certo.

    Carolina escreveu um livro... aí é que a porca torce o rabo, então se ela nem sabe falar como é que consegue escrever?

    Carolina mandou bater num vereador... certo.

    Mas diz que foi a mando do Sr. Costa... pois... então que prove! Ou agora basta "escrever" um livro, ter uma editora que o publique, para o mesmo ser verdade?



    Enfim, já farto da história do futebol, com mais jogos fora das linhas do que dentro... penso que o melhor era prender todos os dirigentes e pessoas ligadas ao futebol e começar de novo.



    De qualquer das formas alguém tem de ser preso e se forem vários melhor!





    powered by performancing firefox

    segunda-feira, dezembro 04, 2006

    Bota Abaixo

    Bem... Vou pegar nas palavras do meu camarada FLN no seu último post, que apelidou, e muito bem, este blog de ser do tipo "bota abaixo". Para fazer juz ao referido apelido, aqui vai um "bota abaixo" especialmente para esses ignorantes que preferem ser espanhóis...



    Pois bem... esses cromos só preferem ser espanhóis porque não têm coragem para serem Portugueses. Realmente era mais fácil sermos anexados e passarmos a viver pelos parâmetros aqui do nosso vizinho do lado, se algum dia essa situação pudesse ser real, o que eu duvido. É muito simples olhar para os outros e invejar o que eles conseguiram. Também é fácil olhar para a quantidade enorme de coisas erradas neste país e escrever cantigas de maldizer sobre tudo e todos...menos sobre nós próprios, os verdadeiros culpados. Contra mim falo quando digo que todos nós desistimos de ser cidadãos para passarmos a ser espectadores de um circo que cada vez nos afunda mais, mesmo debaixo do nosso nariz. Mas daí até resolver o assunto colocando o acto de governar o nosso país em mãos estrangeiras...é demasiado. Não posso acreditar que não consigamos fazer melhor...e desistir não é opção.

    Vamos mas é deixar de pensar em ser espanhóis e começar a pensar em ser suficientemente Portugueses para que seja o "nuestro hermano" a querer ser Tuga.



    Claro que isto é só a minha opinião...



















    powered by performancing firefox

    segunda-feira, novembro 20, 2006

    Beeeemmmm...

    Desculpem o título exagerado, mas há coisas que têm de ser...



    Hoje vou-vos falar sobre a desistência da cidadania. Um tópico muito actual que faz as primeiras página de todos os jornais inexistentes do universo... talvez não de todo o universo mas pelo menos de parte do universo.



    Ouvimos então a passada semana falar de portugueses que não se importavam de ser espanhóis... hum... das duas uma, ou alguém os enganou e disse que as mulheres não eram como as nossas, ou então ninguém os enganou...



    Mas o que é isto?? Agora quero ser espanhol... pronto já estou farto... agora quero ser porto-riquenho... onde é que isto vai parar? Eu proponho que as pessoas que não acreditam no nosso país, deixem de viver às nossas custas! É como nas empresas "Ah... não isto fecha mais cedo ou mais tarde...", " Se eu não fizer alguém há-de fazer..."!!!! MUDEM!!!!!!! JÁ CHEGA DE APATIA! JÁ CHEGA DE DEIXAREM OS OUTROS TOMAREM AS DECISÕES! INFORMEM-SE E PARTICIPEM! Afinal nós é que fazemos o país que temos, deixem de achar espertos os que fogem aos impostos, às leis, à sociedade... e passem a considerá-los, pelo menos, excluídos!



    Desculpem as maiúsculas mas chega a uma altura que revolta!



    Amigos lembrem-se que somos os maiores e que, quando muitos, os outros é que hão-de querer ser portugueses!



    Este blogue custuma ser do "Bota a baixo" mas desta vez apeteceu-me escrever isto, espero que compreendam...





    powered by performancing firefox

    Para quem já leu o Tampa nº5...

    Conforme vaticinado no TAMPA nº5 o novo sistema de multas já está a ser implementado! Noticia no Público dia 20 de Novembro...



    "Erros no sistema informático da DGV atribuem infracções a condutores inocentes

    20.11.2006 08h23 Oliveira/PÚBLICO />


    Relatórios internos da Direcção-Geral de Viação detectaram, em
    2003, deficiências no sistema informático que gere as
    contra-ordenações. Os problemas persistem e muitos automobilistas
    poderão ter registadas no seu cadastro infracções cometidas por outros
    cidadãos.


    E só o poderão vir a descobrir caso venham a cometer uma
    infracção grave ou muito grave e forem então considerados reincidentes.
    A DGV reconhece os erros, que podem ocorrer quando se dá uma alteração,
    voluntária ou não, dos números do BI ou carta de condução.



    Teresa
    Maia foi apanhada em Junho deste ano a conduzir em excesso de
    velocidade no Itinerário Principal n.º 4 (IP4). Circulava a 142
    km/hora, quando o máximo permitido é 90. O auto foi levantado pela GNR,
    que lhe aplicou uma multa de 120 euros. Mas, além disso, Teresa Maia (o
    nome é fictício) pode ficar sem carta durante um prazo que varia entre
    um e 12 meses, uma decisão que será tomada pela Direcção-Geral de
    Viação (DGV). No sistema informático da DGV, contudo, o auto aparecia
    no nome de Manuel Fonseca (nome fictício, também). Se o erro não fosse
    detectado a tempo, Manuel Fonseca poderia ter ficado sem carta por uma
    infracção que não cometeu.



    A transferência de
    contra-ordenações de um condutor para outro é uma constante há vários
    anos. O processo mais conhecido ocorreu em 2002 e envolveu um
    procurador que ficou com o registo limpo e um emigrante que ficou com
    as infracções daquele. O caso acabou nos tribunais, com o procurador e
    a funcionária que alegadamente provocou a troca dos registos indiciados
    por corrupção. No âmbito do inquérito, apurou-se que havia "tantos"
    casos como este a nível nacional que o magistrado encarregado pela
    investigação o arquivou.



    Assim, muitos cidadão poderão ter
    infracções incorrectas no seu registo de contra-ordenações, podendo só
    o descobrir se alguma vez cometerem uma infracção grave ou muito grave
    e nessa altura forem considerados reincidentes. Muitos também poderão
    ter sido beneficiados, aproveitando um registo indevidamente limpo, que
    continua há anos a provocar um prejuízo não calculável ao erário
    público.



    Porquê? Num relatório prelimininar da DGV, que consta
    do processo, esta entidade assume que "foram detectadas situações em
    que determinados infractores, sancionados com infracções leves, têm
    associadas infracções graves pertencentes a outros condutores". Segundo
    a avaliação daquele relatório, os erros ocorrem quando se dá uma
    alteração, voluntária ou não, dos números do BI e da carta de condução.
    Esta alteração pode impedir "a correcta associação entre
    "infractor/infracção" e associar um "infractor a vários "cadastros"".
    Além disso, há muitos casos em que estes autos se perdem no sistema, "o
    que constitui uma grave irregularidade".



    Os dois técnicos da
    DGV que assinam o documento afirmam que "esta alteração obsta à
    correcta apreciação da verdadeira situação jurídica do infractor, como
    primário ou reincidente, e, por outro lado, não permite determinar com
    certeza e rigor qual ou quais as infracções cometidas por aquele
    cidadão, inviabilizando a correcta identificação dos autos associados
    àquele documento de identificação".



    O relatório, de Março de
    2003, foi enviado ao director-geral de Viação de então, António Nunes,
    hoje presidente da Autoridade de Segurança Alimentar e Económica, e
    esteve em segredo de justiça até final de 2005. Nesse documento,
    admite-se que era "muito frequente" que um mesmo infractor possuísse
    vários RIC (Registo Individual de Condutores) - o cadastro das
    contra-ordenações graves e muito graves dos automobilistas. Este facto,
    dizem os técnicos, "induz em erro o jurista que procede à análise dos
    processos, não aplicando a sanção devida - como reincidente - e por
    outro lado inviabiliza a eventual cassação da carta".





    Os
    mesmos duvidam da "fiabilidade deste sistema", apesar de todas as
    explicações dadas pela administração da Edinfor SA, a quem cabe a sua
    criação e gestão, e que alegava tratar-se de uma solução experimental,
    embora funcionasse desde 1995. E concluem que não são conhecidas
    quaisquer tentativas da DGV para solucionar as falhas do sistema.



    A
    Edinfor rejeita responsabilidades, sem responder à maioria das
    perguntas colocadas pelo PÚBLICO. Apenas diz que "a introdução dos
    dados no sistema fornecido à DGV, bem como o controlo e o acesso aos
    mesmos, assim como a definição dos utilizadores e o acesso destes à
    informação, não é da responsabilidade da Edinfor nem faz parte das suas
    competências". Adianta ainda que "todas as solicitações formais do
    cliente DGV relativas a alterações ou questões de manutenção do sistema
    foram prontamente executadas".



    A DGV, por seu turno, não nega
    a transferência de infracções entre condutores, nem que, por vezes, a
    mesma pessoa possua vários registos com contra-ordenações diferentes,
    mas remete as explicações sobre o Sistema de Informação e Gestão de
    Autos (SIGA) para a Edinfor. "(...) As técnicas do funcionamento
    daquele [sistema] só podem ser analisadas pela empresa que superintende
    o seu funcionamento", escreve a DGV. E precisa: "No âmbito do
    processamento das contra-ordenações rodoviárias, verificam-se por vezes
    situações que exigem a necessidade de proceder à correcção dos dados de
    infractor, em virtude de os mesmos apresentarem incorrecções, quer ao
    nível do nome, n.º de BI, n.º de Passaporte, Visto de autorização de
    residência; n.º de título de condução e domicilio".



    A DGV alega
    que estes "lapsos" têm origem no "deficiente preenchimento dos autos de
    contra-ordenação" ou "aquando do registo no SIGA", sugerindo que a
    tecnologia existente não consegue evitar que as migrações e as
    duplicações de registos aconteçam. Explica ainda que, quando são
    detectadas incorrecções ou duplicações, elas são corrigidas por um
    número restrito de funcionários que possui uma senha especial.



    O
    anterior director-geral de Viação, António Nunes, afirma que estas
    situações tiveram a devida atenção da sua direcção, como prova o
    relatório feito pela DGV, e que foi dado conhecimento de todas estes
    problemas à tutela e às entidades judiciais. "A DGV não concordava com
    a performance dos programas existentes, mas estando a situação nos
    meios judiciais não posso formular comentários adicionais", alega
    António Nunes. O ex-director-geral sustenta, contudo, que "logo que o
    assunto foi detectado, foram accionados todos os mecanismos para
    estancar a situação".



    Vários funcionários da DGV ouvidos pelo
    PÚBLICO contaram que ninguém na instituição tem a dimensão do problema
    e que estes têm consciência de que só uma pequena parte dos casos é
    detectada."

    Coincidência? Talvez... ou talvez não...





    powered by performancing firefox